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O Plano Estratégico 2025-2030 foi apresentado, nesta quarta-feira (21), pela Gerência de Planejamento do Sistema OCB. Com uma abordagem pensada para o futuro do cooperativismo brasileiro, o processo de construção do plano começou a ser elaborado no ano passado com a realização de um diagnóstico e levantamento das necessidades das cooperativa. O Plano está conectado com as 100 diretrizes estratégicas para o cooperativismo aprovadas no 15º Congresso Brasileiro do Cooperativismo (CBC). Após o Congresso foram realizadas duas oficinas com representantes de todas as organizações estaduais do Sistema OCB. A metodologia adotada envolveu atividades de cocriação, com a participação ativa das lideranças do Sistema OCB.
Tania Zanella, superintendente do Sistema OCB, ressaltou a importância desse momento decisivo para o futuro do cooperativismo nos próximos anos. "Após o CBC, coordenamos a primeira dinâmica para garantir que todas as ideias formuladas começassem a ser implementadas. Esses direcionamentos são importantes para o fortalecimento do nosso movimento e serão integrados em nossas ações daqui para frente”, afirmou.
Fábio Estorti, gerente de Planejamento, detalhou o processo: “As diretorias das três casas (OCB, CNCoop e Sescoop), aprovaram essa proposta que foi construída com a participação de todos os estados e, agora, vamos desdobrar esse plano junto às OCEs", explicou. Ele ressaltou que o processo começou em agosto de 2023, com diagnósticos e necessidades, "Desenvolvemos questões estratégicas e definimos temas e diretrizes para o CBC. Após workshops estaduais e nacionais, consolidamos diretrizes e submetemos para aprovação no Congresso, de forma democrática e participativa. Em seguida ao Congresso, começamos a trabalhar na definição da identidade organizacional e os objetivos estratégicos", disse.
O Planejamento Estratégico 2025-2030 delineou uma visão clara: ser referência na representação e desenvolvimento do cooperativismo brasileiro. A missão é fortalecer a competitividade do cooperativismo e seu impacto positivo na sociedade, através da representação, defesa e desenvolvimento das cooperativas. Os valores fundamentais incluem foco em excelência, geração de valor e respeito.
As dimensões do planejamento categorizam os objetivos estratégicos alinhados aos pilares do BRC 1 Tri: representação e defesa, ESG e Gestão, e Negócios. Os objetivos visam o desenvolvimento do cooperativismo e do Sistema OCB, com foco nos benefícios e resultados para as cooperativas, além do fortalecimento das competências institucionais e gestão organizacional.
Para alcançar esses objetivos, o planejamento prevê uma implantação evolutiva, com ondas a cada dois anos, baseada em indicadores e metas. O processo de desdobramento tem como objetivo a internalização e a capacitação das OCEs, o preenchimento do plano de implementação com apoio contínuo da Unidade Nacional na execução e governança da estratégia.
Fabíola Nader Motta, gerente-geral do Sistema OCB, ressaltou a importância de entender o mapa estratégico. Para ela, é crucial compreender como esse plano foi finalizado. "A estratégia nacional será integrada nas OCEs e nos 27 estados. Esse entendimento garante que nosso planejamento seja implementado com sucesso e proporcione, cada vez mais, valor e desenvolvimento para as cooperativas brasileiras”, concluiu.
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Sistema OCB
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A Aliança Cooperativa Internacional (ACI) celebrou, na segunda-feira (19/08), 129 anos de história e reforça seu papel essencial na construção de um ambiente propício para o crescimento e fortalecimento do movimento em todo o mundo. Desde sua fundação, a ACI funciona como a guardiã da identidade cooperativa e promove uma definição universal, valores e princípios que unem o cooperativismo em uma visão comum de prosperidade e bem-estar social.
Para Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB e membro do conselho administrativo da ACI, comemorar o aniversário da organização é valorizar o cooperativismo brasileiro e mundial. "Celebrar os 129 anos da ACI é reconhecer a força e a resiliência do cooperativismo em todo o mundo. Seguimos comprometidos com o nosso propósito de apoiar e colaborar para que o sistema cooperativista seja um motor que propulsiona qualidade de vida e prosperidade para tantas pessoas", disse.
A ACI é uma das maiores e mais antigas organizações não-governamentais do mundo. Fundada em Londres, em 19 de agosto de 1985, ela resistiu as duas guerras mundiais e foi a primeira organização internacional ligada a sociedade civil a integrar o Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (Ecosoc). Uma de suas atividades mais importantes é o diálogo com os governos dos países membros para a criação de ambientes jurídicos que fortaleçam o cooperativismo e permitam seu crescimento constante e equilibrado.
Atualmente, a ACI engloba mais de 300 entidades cooperativas de 107 países, que atuam nos mais diversos setores como agricultura, bancos, consumo, pesca, saúde, habitação, seguros e indústrias de serviços. São mais de 1 bilhão de membros, ou seja, 12% da população global. A ACI América, por sua vez, é composta por 93 organizações de 24 países.
O Brasil desempenha um papel significativo na ACI desde 1990, quando o Sistema OCB passou a integrar a organização e a contribuir para a disseminação dos valores e princípios do cooperativismo em âmbito mundial. Uma das maiores conquistas do movimento no Brasil foi a presidência da ACI, exercida por Roberto Rodrigues entre 1997 e 2001, como o primeiro presidente de fora da Europa.
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Prêmio
Em 2012, durante as comemorações do Ano Internacional das Cooperativas, Roberto Rodrigues foi agraciado com o prêmio Pioneiros de Rochdale, uma homenagem que destaca sua contribuição inestimável ao cooperativismo. Atualmente, ele continua a influenciar o setor como professor emérito da Fundação Getúlio Vargas. (Sistema OCB){gallery}3193{/gallery}
A maior feira multissetorial da região Nordeste estreou a sua 29ª edição no Rio Grande do Norte no dia 16 de agosto e segue até o dia 25 no Centro de Convenções de Natal, que se transforma no maior espaço de integração econômico-empresarial, de cultura e lazer do Rio Grande do Norte.
A Brasil Mostra Brasil deve atrair um público estimado em 80 mil pessoas ao longo de dez dias, com o que há de melhor e mais moderno nos segmentos de móveis, eletrônicos, artigos de decoração, moda, utilidades domésticas, calçados, eletrodomésticos, artesanato, imóveis, veículos, saúde, educação, dentre várias outras novidades.
Com 29 anos de sucesso o evento mais uma vez comprova a sua missão em criar oportunidades e gerar emprego e renda, concentrando no mesmo espaço uma diversidade de produtos e serviços de expositores nacionais e internacionais que disponibilizarão aos visitantes mais de 8 mil produtos.
Cerca de 250 empresas vão participar do evento em Natal e pretendem trazer novidades e lançamentos para o público local. Isso já se tornou marca da multifeira, que sempre busca o que há de mais moderno, desde uma simples tendência de moda ao modelo de última geração do setor automobilístico nacional, com preços diferenciados e condições facilitadas. De acordo com o coordenador da Brasil Mostra Brasil, Wilson Martinez, a intenção foi ampliar a oferta de produtos do varejo. A expectativa é que o evento gere também 500 empregos diretos e indiretos, com a organização, montagem, exposição e vendas.
“A cada edição conseguimos envolver uma parcela maior de parceiros, sempre com o foco voltado para o mercado local. Nossa intenção é cada vez mais trazer o empresário potiguar para o evento. Este ano teremos um espaço de mais de 6.000m² de área de exposição, com muita novidade e diversidade para o público potiguar”, afirma o diretor da Brasil Mostra Brasil, Wilson Martinez.
Assim como em anos anteriores, a Brasil Mostra Brasil cresce cada vez mais em público: neste ano, a expectativa dos organizadores é de receber mais de 80 mil pessoas. Os visitantes poderão contar ainda com estacionamento rotativo e praça de alimentação.
Histórico
O evento acontece em Natal desde o ano de 1995 e insere a capital potiguar no contexto das feiras de âmbito nacional. Tem no seu público consumidor o maior destaque, pela fidelidade à MULTIFEIRA. Diversas instituições apoiam sua realização que bate ano a ano recordes de visitação. É o maior evento do segmento na capital potiguar.
A Multifeira já possui mais de 80 edições quando somadas as edições dos Estados do Rio Grande do Norte, Bahia, Piauí, Espírito Santo, Alagoas, Sergipe, Pernambuco, Ceará, Pará, Maranhão e Mato Grosso. Na linha do tempo desse evento, uma infinidade de negócios, curiosidades, atrações e momentos marcantes, além do incontestável fomento à economia, turismo e geração de emprego e renda.
Serviço:
29ª Multifeira Brasil Mostra Brasil
Data: 16 a 25 de agosto de 2024
Horário: das 16h às 22h
Local: Centro de Convenções
Contato: através do e-mail: Este endereço para e-mail está protegido contra spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ; ou Instagram: @feirabrasilmostrabrasiloficial
Site: www.brasilmostrabrasil.com
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Vem aí mais uma ação da ProTurismo para a qualificação de Mossoró e Região Oeste. Em parceria com o IEL - Instituto Euvaldo Lodi (Sistema FIERN / SENAI / SESI / IEL) e a OCERN - Organização das Cooperativas do Estado do RN, a ProTurismo realizará o Capacita+Ação que visa qualificar de forma gratuita aos jovens e adultos em diversas áreas técnicas e profissionalizantes necessárias para o desenvolvimento e crescimento da carreira e descoberta da profissão.
✅ Oficina Gratuita:
"Trilha para o Sucesso Profissional: Construindo Seu Caminho no Mercado de Trabalho"
📆 Data: 03 de setembro
⏱️ Hora: 8h30 às 11h30 (Manhã) e das 14h às 17h (Tarde)
📌 IEL Mossoró - Rua Benjamin Constant, Bairro Doze Anos (no mesmo endereço do SESI Mossoró)
INSCREVA-SE 👇🏽👇🏽
⚠️ VAGAS LIMITADAS
Acesse os links abaixo para inscrição gratuita nas oficinas que acontecerão em parceria com IEL RN, ProTurismo e Sistema OCERN:
☀️ Turma da Manhã (às 8h30):
https://www.sympla.com.br/oficina---trilha-para-o-sucesso-profissional-construindo-seu-caminho-no-mercado-de-trabalho__2577266
🌤️ Turma da Tarde (às 14h):
https://www.sympla.com.br/oficina---trilha-para-o-sucesso-profissional-construindo-seu-caminho-no-mercado-de-trabalho__2577280
Nesta quarta-feira (28), a Casa do Cooperativismo Potiguar, sede do Sistema OCERN, recebeu a visita de representantes da Cooperativa de Trabalho e Assistência de Enfermagem do Nordeste (Coop Assist), de Teresina, Piauí.
A comitiva foi composta por Ivona Falcão (presidente), Tatiane Silva (administradora) e Cristiane Osório (técnica de enfermagem) que foram recebidas pelos gerentes do Sistema OCERN, Ericarla Menezes e Rubens Lopes, o consultor Assis Silva e a colaboradora da Promoção Social, Régia Dias. Elas tiveram a oportunidade de conhecer de perto o trabalho realizado pelo Sistema OCERN em prol do fortalecimento e desenvolvimento do cooperativismo no Rio Grande do Norte.
Com apoio do Sistema OCB/PI, a Coop Assist veio a Natal para participar de um intercâmbio técnico com a Cooperativa de Trabalho e de Serviços de Enfermagem do RN (Coopern Enfermagem), para conhecer suas boas práticas de gestão e o programa de educação e formação na área de enfermagem. As colegas cooperativistas foram recepcionadas pelo presidente Marcelo Bessa e sua equipe. A visita foi intermediada pelo Sistema OCERN, que proporcionou um ambiente de troca de experiências entre as cooperativas.
Segundo Ivona Falcão, presidente da Coop Assist, o intercâmbio foi uma excelente oportunidade para aprender com as experiências da Coopern Enfermagem, especialmente em relação à gestão de cooperativas e aos programas de educação continuada. "Saímos de Natal muito inspiradas pelas boas práticas que vimos aqui e ansiosas para aplicar esse aprendizado em nossa cooperativa", destacou.
O Sistema OCERN reafirma seu compromisso com a promoção de parcerias que fortalecem o cooperativismo, criando espaços para o intercâmbio de conhecimento e inovação entre as cooperativas, e contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico regional.
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Com apoio do Sistema OCB/PI, a Coop Assist veio a Natal para participar de um intercâmbio técnico com a Cooperativa de Trabalho e de Serviços de Enfermagem do RN (Coopern Enfermagem), para conhecer suas boas práticas de gestão e o programa de educação e formação na área de enfermagem. As colegas cooperativistas foram recepcionadas pelo presidente Marcelo Bessa e sua equipe. A visita foi intermediada pelo Sistema OCERN, que proporcionou um ambiente de troca de experiências entre as cooperativas.
Segundo Ivona Falcão, presidente da Coop Assist, o intercâmbio foi uma excelente oportunidade para aprender com as experiências da Coopern Enfermagem, especialmente em relação à gestão de cooperativas e aos programas de educação continuada. "Saímos de Natal muito inspiradas pelas boas práticas que vimos aqui e ansiosas para aplicar esse aprendizado em nossa cooperativa", destacou.
O Sistema OCERN reafirma seu compromisso com a promoção de parcerias que fortalecem o cooperativismo, criando espaços para o intercâmbio de conhecimento e inovação entre as cooperativas, e contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico regional.
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Uma nova conquista já pode ser celebrada pelo cooperativismo brasileiro. Na noite desta quarta-feira (28), o Plenário da Câmara dos Deputados aprovou os Projetos de Lei Complementar (PLP) 519/2018 e 101/2023, que ampliam a participação das cooperativas no mercado de seguros do Brasil. A aprovação representa um avanço significativo para o setor e garante atuação das cooperativas em segmentos nos quais há operação de seguradoras constituídas sob forma de sociedade anônima. Agora, os projetos seguem para análise no Senado Federal.
Atualmente, a legislação brasileira limita a participação das cooperativas aos seguros agrícolas, de saúde e de acidentes do trabalho. Apesar de importantes setores, a avaliação do Sistema OCB é que essa atuação pode ser expandida. De acordo com os dados da Federação Internacional de Cooperativas e Mútuas de Seguro (ICMIF), a participação das cooperativas seguradoras representa quase 30% do mercado mundial, o que demonstra o potencial de expansão nesse mercado. Com uma legislação adequada, será aberto um leque de oportunidades para as cooperativas expandirem sua atuação no setor de seguros, desempenhando um papel fundamental na democratização do acesso a serviços e produtos para a população.
Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB, ressaltou que esse é um mais um momento histórico. Para ele, o projeto abre novas portas para um segmento que já se consolidou em vários outros países, mas que, no Brasil, ainda apresenta poucas possibilidades de expansão. "Esse passo nos fortalece. Agora, é possível pensar de forma positiva e confiante sobre esse progresso, que irá abrir novos horizontes para o mercado de seguros e contribuir para o desenvolvimento econômico e social do país", disse.
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Deputado Vinícius Carvalho (SP)[/caption]
O relator das matérias, deputado Vinicius Carvalho (SP), que também é membro da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), defendeu a aprovação dos Projetos de Lei Complementar com o texto que incorporou sugestões do Ministério da Fazenda, da Superintendência de Seguros Privados (Susep), do Sistema OCB e das entidades que atuam no setor securitário. “A medida estabelece um regime jurídico inclusivo e, ao mesmo tempo, consistente para o Sistema Nacional de Seguros Privados. Criamos condições para que as cooperativas e associações de proteção veicular e de benefícios mútuos possam dispor de maior segurança jurídica para sua atuação”, afirmou.
Ainda segundo o parlamentar, o mercado deve crescer muito com as novas regras. “Estamos muito felizes com o resultado aqui na Câmara e esperamos que o Senado aprecie com celeridade a proposta para avançarmos ainda mais. Vamos trabalhar para sensibilizar os senadores sobre a relevância dessas alterações legislativas, que beneficiam o setor de seguros, o cooperativismo e a sociedade como um todo", completou.
O deputado Arnaldo Jardim (SP), presidente da Frencoop, comemorou a conquista. "As cooperativas de seguros são uma realidade no mundo todo e, aqui no Brasil, têm potencial e um cenário produtivo para crescer no agro e outros setores de atividades. Elas chegam para ampliar a concorrência, a oferta e as possibilidades para que o setor produtivo possa atuar com mais tranquilidade", enfatizou.
O deputado Reginaldo Lopes (MG), membro da Frencoop, também destacou que a medida vai ajudar a proteger o patrimônio brasileiro. “Vai ampliar a poupança doméstica com a captação de recursos mais baratos no mercado, uma vez que prevê a redução de custos na oferta de produtos de seguros”, disse. “Quero parabenizar a OCB e todo o seu corpo técnico que contribuíram para construção do texto. Vamos trabalhar pela aprovação rápida no Senado. Essa é, com certeza, uma medida que contribuirá para que a economia do país volte a crescer”, completou.
O deputado Evair de Melo (ES), secretário-geral da Frencoop, celebrou: “Uma alegria poder comemorar o crescimento e o fortalecimento do cooperativismo em todo o Brasil. Democratizar e simplificar é permitir que o cooperativismo possa continuar contribuindo para o desenvolvimento econômico e social. A aprovação deste projeto demonstra a confiança do Parlamento no importante trabalho que o cooperativismo presta para todos nós”.
Para o deputado Vitor Lippi (SP), membro da diretoria da Frencoop, o cooperativismo vem mostrando um crescimento muito grande e merece mais esta conquista. “O cooperativismo é estratégico para os pequenos produtores rurais, os micro e pequenos empreendedores, fortalecendo o desenvolvimento no interior do país. Onde o cooperativismo entrou, a população ganhou com mais empregos, riqueza e melhores condições de trabalho. Por isso, só podemos comemorar esse resultado. A participação das cooperativas no mercado de seguros vai contribuir com novas oportunidades e melhores condições para a população brasileira”.
Também membro da Frencoop, Bia Kicis (DF) salientou que os parlamentares trabalharam em sintonia com o cooperativismo para a aprovação da proposta. “Com as novas regras, estamos democratizando o mercado de seguros e garantindo mais segurança jurídica para a atuação das cooperativas”, declarou.
Fonte: Sistema OCB
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Deputado Vinícius Carvalho (SP)[/caption]
O relator das matérias, deputado Vinicius Carvalho (SP), que também é membro da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), defendeu a aprovação dos Projetos de Lei Complementar com o texto que incorporou sugestões do Ministério da Fazenda, da Superintendência de Seguros Privados (Susep), do Sistema OCB e das entidades que atuam no setor securitário. “A medida estabelece um regime jurídico inclusivo e, ao mesmo tempo, consistente para o Sistema Nacional de Seguros Privados. Criamos condições para que as cooperativas e associações de proteção veicular e de benefícios mútuos possam dispor de maior segurança jurídica para sua atuação”, afirmou.
Ainda segundo o parlamentar, o mercado deve crescer muito com as novas regras. “Estamos muito felizes com o resultado aqui na Câmara e esperamos que o Senado aprecie com celeridade a proposta para avançarmos ainda mais. Vamos trabalhar para sensibilizar os senadores sobre a relevância dessas alterações legislativas, que beneficiam o setor de seguros, o cooperativismo e a sociedade como um todo", completou.
O deputado Arnaldo Jardim (SP), presidente da Frencoop, comemorou a conquista. "As cooperativas de seguros são uma realidade no mundo todo e, aqui no Brasil, têm potencial e um cenário produtivo para crescer no agro e outros setores de atividades. Elas chegam para ampliar a concorrência, a oferta e as possibilidades para que o setor produtivo possa atuar com mais tranquilidade", enfatizou.
O deputado Reginaldo Lopes (MG), membro da Frencoop, também destacou que a medida vai ajudar a proteger o patrimônio brasileiro. “Vai ampliar a poupança doméstica com a captação de recursos mais baratos no mercado, uma vez que prevê a redução de custos na oferta de produtos de seguros”, disse. “Quero parabenizar a OCB e todo o seu corpo técnico que contribuíram para construção do texto. Vamos trabalhar pela aprovação rápida no Senado. Essa é, com certeza, uma medida que contribuirá para que a economia do país volte a crescer”, completou.
O deputado Evair de Melo (ES), secretário-geral da Frencoop, celebrou: “Uma alegria poder comemorar o crescimento e o fortalecimento do cooperativismo em todo o Brasil. Democratizar e simplificar é permitir que o cooperativismo possa continuar contribuindo para o desenvolvimento econômico e social. A aprovação deste projeto demonstra a confiança do Parlamento no importante trabalho que o cooperativismo presta para todos nós”.
Para o deputado Vitor Lippi (SP), membro da diretoria da Frencoop, o cooperativismo vem mostrando um crescimento muito grande e merece mais esta conquista. “O cooperativismo é estratégico para os pequenos produtores rurais, os micro e pequenos empreendedores, fortalecendo o desenvolvimento no interior do país. Onde o cooperativismo entrou, a população ganhou com mais empregos, riqueza e melhores condições de trabalho. Por isso, só podemos comemorar esse resultado. A participação das cooperativas no mercado de seguros vai contribuir com novas oportunidades e melhores condições para a população brasileira”.
Também membro da Frencoop, Bia Kicis (DF) salientou que os parlamentares trabalharam em sintonia com o cooperativismo para a aprovação da proposta. “Com as novas regras, estamos democratizando o mercado de seguros e garantindo mais segurança jurídica para a atuação das cooperativas”, declarou.
Fonte: Sistema OCB{gallery}3216{/gallery}
Com presença em mais da metade do país e crescimento acima da média do Sistema Financeiro Nacional (SFN), as cooperativas de crédito têm consolidado seu papel estratégico para inclusão, acesso a crédito e desenvolvimento da atividade econômica nacional, de acordo com o Panorama do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC) 2023, elaborado pelo Banco Central do Brasil.
Com dados consolidados até dezembro de 2023, o levantamento revela que, pela primeira vez, o número de municípios com cooperativas de crédito superou o de cidades com agências bancárias, confirmando a tendência de expansão de postos de atendimento físico das coops observada nos últimos anos.
O número total de cooperados atingiu 17,3 milhões, ou seja, 7,2% da população brasileira é associada a pelo menos uma cooperativa de crédito. Do total de cooperados, 2,7 milhões são pessoas jurídicas (PJ) e 14,7 milhões, pessoas físicas (PF).
“Os dados do Panorama confirmam o que nós vemos no dia a dia do trabalho das cooperativas: que o cooperativismo financeiro está cada dia mais forte e mais perto dos brasileiros, oferecendo produtos e serviços justos e com taxas competitivas a quem precisa. Estamos no caminho certo para atender a pelo menos 10% da população brasileira, sempre com responsabilidade e cumprindo compromisso com as pessoas e as comunidades”, afirma o presidente da Confebras, Moacir Krambeck.
O cooperativismo é considerado um aliado estratégico da AgendaBC#, uma pauta de trabalho do banco com ações para fomentar a inclusão, competitividade, sustentabilidade e transparência no sistema financeiro.
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“A atuação presente do Banco Central contribui para o crescimento sólido e sustentável das cooperativas de crédito na oferta de produtos e serviços à população, principalmente naqueles nichos menos assistidos pelo sistema financeiro, contribuindo, assim, para maior inclusão financeira e para o aprimoramento da eficiência e da concorrência no SFN”, afirma o chefe do Departamento de Supervisão de Cooperativas e de Instituições Não Bancárias do BC, Adalberto Felinto da Cruz Júnior.O prestígio do cooperativismo de crédito no BC foi confirmado com a presença maciça de altas lideranças da autarquia no 15º Congresso Brasileiro do Cooperativismo de Crédito (Concred), realizado no começo de agosto. Em uma das conferências do evento, o diretor de Política Monetária do BC, Gabriel Galípolo, destacou o papel das cooperativas de crédito para o desenvolvimento sustentável em um mundo globalizado.
“É fantástico ver como o cooperativismo afeta diretamente a vida das pessoas, como ele está próximo dos brasileiros por meio do empreendedorismo, por meio do crédito.”Presença nacional Estar perto das pessoas é um dos pontos da atuação das cooperativas em destaque no Panorama do SNCC 2023. De acordo com o relatório, o segmento continuou ampliando sua presença física no país e chegou a 9.804 unidades de atendimento, distribuídas em 3.177 municípios no país, 57% do total. Com a expansão em 2023, o total de cidades brasileiras com unidades de atendimento de cooperativas superou pela primeira vez o de municípios com agências bancárias (3.094), de acordo com o relatório do BC. “Espera-se a continuidade desse processo, o que ratifica a importância do segmento como instrumento de inclusão financeira, principalmente no interior do país”, destaca o BC no documento. Além disso, o número de municípios onde a cooperativa de crédito é a única alternativa presencial para obtenção de produtos e serviços financeiros aumentou de 331 para 368, garantindo cidadania financeira em localidades em que os bancos não chegam. Mais cooperados em todas as regiões Em relação ao total de cooperados, o Panorama do SNCC destaca o crescimento sustentado e significativo do número de brasileiros que escolhem o cooperativismo financeiro. As taxas de crescimento da base de associados estão acima de 10% tanto para pessoa física quanto para pessoa jurídica. Em 2023, o número de cooperados cresceu em todas as regiões, com destaque para o Norte e Nordeste, resultado que o Banco Central considera esperado e desejado, tendo em vista a menor representatividade dessas localidades no total nacional de cooperados em relação ao restante do país. O relatório destaca a força do cooperativismo de crédito na Região Sul, berço histórico do segmento, onde 23,7% da população é associada a uma coop financeira. Em 94% dos municípios da região, pelo menos 10% dos moradores têm relacionamento com uma instituição financeira cooperativa. Resultados financeiros Em 2023, o SNCC aumentou sua representatividade no Sistema Financeiro Nacional e se destacou como um dos segmentos com maior expansão de crédito, ativos totais e depósitos. A carteira de crédito das cooperativas financeiras cresceu 16,4% no período, muito superior à variação média de 7,3% dos demais segmentos do SFN. De acordo com o relatório do BC, as operações de crédito são as mais relevantes do SNCC, totalizando R$445,8 bilhões. O crédito rural a pessoas físicas e o capital de giro para micro, pequenas e médias empresas se destacaram como as principais modalidades em 2023. Em relação aos ativos totais, o sistema financeiro cooperativista atingiu R$730,9 bilhões em dezembro de 2023, crescimento de 23,9% ao ano, superior aos 10,5% do restante do SFN. Nos últimos cinco anos, o SNCC registrou um aumento de 210% nos ativos, enquanto a expansão conjunta dos demais segmentos do SFN foi de 70% no mesmo período. Já o estoque de captações das cooperativas de crédito também aumentou a taxas maiores que as demais instituições (25,1% ao ano no SNCC ante 12,9% no SFN), totalizando R$581,6 bilhões, com destaque para o bom desempenho dos depósitos a prazo e das letras de crédito. De acordo com o BC, “o cenário permanece favorável a que o cooperativismo de crédito amplie cada vez mais sua participação no SFN, contribuindo para promover a concorrência, a eficiência e a cidadania financeira”. Apoio aos micro e pequenos empreendedores O relacionamento sólido entre as cooperativas e os pequenos empreendedores também é um dos destaques do Panorama do SNCC 2023. De acordo com os dados do BC, as micro e pequenas empresas representam 96,9% dos cooperados pessoa jurídica das cooperativas financeiras. Essa representatividade tem impacto na carteira de crédito PJ das cooperativas, que está concentrada nas micro, pequenas e médias empresas (MPMEs), com 91% dos recursos destinados a esse tipo de cooperados. Em 2023, as cooperativas de crédito foram responsáveis por 17% de todo o crédito concedido a MPMEs no Brasil. Na Região Sul, a participação nesse mercado chega a 30%. A principal modalidade de crédito PJ no SNCC é o capital de giro, que representa 48,8% da carteira para o setor. Apesar da preponderância dos MPMEs entre os cooperados PJ, o relatório do BC destaca que a participação do crédito a grandes empresas nas cooperativas tem crescido, passando de 5% da carteira em 2019 para 9% em 2023. O banco também destaca que esse percentual pode aumentar diante da possibilidade de realização de operações de crédito com o compartilhamento de recursos e de riscos com outras cooperativas do mesmo sistema cooperativo, autorizada recentemente por nova regulamentação. Acesse o Panorama do SNCC 2023 e conheça mais dados do cooperativismo financeiro consolidados pelo Banco Central.
Fonte: Confebras
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Tania Zanella durante a abertura do Fórum[/caption]
O Sistema OCB, em parceria com a Confederação Nacional das Cooperativas da Alemanha (DGRV), deu início ao Fórum Latino-Americano de Energia Cooperativa, nesta quarta-feira (04). O evento, que terá dois dias de duração, tem como objetivo promover a troca de conhecimentos e experiências sobre o desenvolvimento da energia cooperativa na América Latina, e reúne representantes de diversos países, como Brasil, Chile, México, Colômbia, Honduras e Alemanha. Cooperativas de geração distribuída de energia, reguladores, entidades de representação e cooperativas interessadas em gerar sua própria energia também participam da programação.
A superintendente do Sistema OCB, Tania Zanella, abriu o evento ao lado de outras autoridades. Ela destacou a relevância da energia como um insumo estratégico para o cooperativismo. "O coop trouxe a energia como uma prioridade em nossas operações e aliou produção com sustentabilidade. Vimos, nesse segmento, a oportunidade de alavancar, ainda mais, o tema da transição energética, não só nas cooperativas de geração distribuída, mas também no Ramo Crédito, que investe nesse setor. Somos modelos de boas práticas e podemos liderar essa transformação", afirmou.
Petra Schmidt, representante da embaixada da Alemanha no Brasil, ressaltou a longa parceria entre o país europeu e o Brasil em prol do desenvolvimento sustentável. Para ela, a transição energética e as mudanças climáticas são desafios globais que exigem uma ação conjunta. "As cooperativas possuem um papel fundamental quando permitem que as comunidades participem ativamente da economia de transição energética. Na Alemanha, mais de 800 cooperativas atuam no setor e mostram que é possível democratizar o acesso à energia renovável e fortalecer as economias locais", destacou.
O embaixador brasileiro Laudemar Gonçalves de Aguiar Neto, presente na mesa, reforçou a relevância histórica da cooperação entre os dois países e o impacto das cooperativas de energia no Brasil. Ele enfatizou que a transição energética é uma questão existencial que demanda novas tecnologias e a priorização de soluções sustentáveis. "Em 2023, as cooperativas brasileiras ofereceram energia de qualidade para mais de 800 municípios, com 39 delas especializadas em geração distribuída. O cooperativismo tem um papel crucial nesse processo quando promove uma transição justa e inclusiva, que combate a desigualdade econômica e social".
Kalina Nerger, representante da DGRV, sublinhou o papel das cooperativas na descentralização da geração de energia e na promoção de benefícios sociais e ambientais. Segundo ela, a energia não é apenas um recurso, mas um catalisador de mudanças sociais, e as cooperativas possuem o poder de liderar essa transformação. "A geração cooperativa de energia é uma solução efetiva para garantir o acesso à energia limpa e renovável, ao mesmo tempo em que reduz os custos e promove a participação socioeconômica".
iro dia do fórum continuou sua programação com uma série de painéis que proporcionaram debates sobre transição energética e desenvolvimento sustentável global. A gerente-geral do Sistema OCB, Fabíola Nader Motta, apresentou a estrutura de representação do cooperativismo brasileiro e ressaltou o impacto positivo do movimento no cenário econômico e social. "O cooperativismo é uma força transformadora e global. No Brasil, temos as maiores cooperativas de saúde e de café do mundo. Ainda assim, aprendemos com outros países e também compartilhamos nosso conhecimento".
Ela destacou que municípios com cooperativas registram um aumento de R$ 5 mil no PIB per capita, além de avanços na geração de empregos e na balança comercial. "O cooperativismo sabe suas prioridades e desafios, e por isso, trabalhamos constantemente para fortalecer sua competitividade", finalizou.
A gerente de Desenvolvimento de Cooperativas, Débora Ingrisano, discorreu sobre os programas e soluções da entidade voltados para a fundação, crescimento e perenidade das cooperativas de energias. Ela enfatizou que a solidez econômica é essencial para todas as cooperativas a longo prazo. "Nosso foco é disponibilizar ferramentas que impulsionem a consolidação das cooperativas no mercado, garantindo não apenas o crescimento, mas também sua permanência para que continuem desempenhando seu papel no desenvolvimento sustentável".
Alex Macedo, coordenador de Meio Ambiente do Sistema OCB, participou do painel Visão geral da energia cooperativa na América Latina. Em sua fala, ele afirmou que a verdadeira transição energética exige mais do que tecnologia e destacou o avanço da energia cooperativa no Brasil. "Já temos 16,5% das cooperativas gerando sua própria energia. No entanto, ainda dependemos de uma mudança comportamental e de um maior letramento sobre o tema. É preciso democratizar o acesso à energia, tornar o conceito de geração comunitária e coletiva algo compreensível e acessível para todos", explicou.
Fonte: Sistema OCB
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Caminhos para a transição
O prime
iro dia do fórum continuou sua programação com uma série de painéis que proporcionaram debates sobre transição energética e desenvolvimento sustentável global. A gerente-geral do Sistema OCB, Fabíola Nader Motta, apresentou a estrutura de representação do cooperativismo brasileiro e ressaltou o impacto positivo do movimento no cenário econômico e social. "O cooperativismo é uma força transformadora e global. No Brasil, temos as maiores cooperativas de saúde e de café do mundo. Ainda assim, aprendemos com outros países e também compartilhamos nosso conhecimento".
Ela destacou que municípios com cooperativas registram um aumento de R$ 5 mil no PIB per capita, além de avanços na geração de empregos e na balança comercial. "O cooperativismo sabe suas prioridades e desafios, e por isso, trabalhamos constantemente para fortalecer sua competitividade", finalizou.
A gerente de Desenvolvimento de Cooperativas, Débora Ingrisano, discorreu sobre os programas e soluções da entidade voltados para a fundação, crescimento e perenidade das cooperativas de energias. Ela enfatizou que a solidez econômica é essencial para todas as cooperativas a longo prazo. "Nosso foco é disponibilizar ferramentas que impulsionem a consolidação das cooperativas no mercado, garantindo não apenas o crescimento, mas também sua permanência para que continuem desempenhando seu papel no desenvolvimento sustentável".
Alex Macedo, coordenador de Meio Ambiente do Sistema OCB, participou do painel Visão geral da energia cooperativa na América Latina. Em sua fala, ele afirmou que a verdadeira transição energética exige mais do que tecnologia e destacou o avanço da energia cooperativa no Brasil. "Já temos 16,5% das cooperativas gerando sua própria energia. No entanto, ainda dependemos de uma mudança comportamental e de um maior letramento sobre o tema. É preciso democratizar o acesso à energia, tornar o conceito de geração comunitária e coletiva algo compreensível e acessível para todos", explicou.
Fonte: Sistema OCB{gallery}3231{/gallery}
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Senador Flávio Arns[/caption]
A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (4), o parecer favorável do senador Flávio Arns (PR) ao Projeto de Lei (PL) 1.754/2024, que garante a manutenção da condição de segurado especial aos cooperados que ocupam cargos em conselhos administrativos ou fiscais de cooperativas. Aprovado pela Câmara dos Deputados em março deste ano, o PL faz parte da Agenda Institucional do Cooperativismo e segue agora para apreciação no Plenário do Senado em regime de urgência
O projeto busca assegurar que os cooperados, mesmo ocupando cargos de gestão nas cooperativas, não percam sua condição de segurados especiais no Regime Geral de Previdência Social. Nesse sentido, corrige distorções ao deixar claro que o exercício dessas funções, eleitas em assembleia geral, não caracteriza o desempenho de atividade remunerada adicional, uma vez que é uma função intrínseca ao modelo cooperativista.
A Lei Geral do Cooperativismo (5.764/1971) estabelece que as cooperativas, por sua natureza, seguem um modelo societário que valoriza o trabalho colaborativo e o esforço conjunto. Nesse sentido, os conselhos de administração e fiscal devem ser compostos exclusivamente por associados eleitos em assembleia, o que preserva a condição de segurado especial dos escolhidos.
O Sistema OCB atuou de forma ativa para garantir a aprovação da proposta, destacando a importância de proteger juridicamente os cooperados que assumem cargos administrativos nas cooperativas. “Os integrantes do conselho de administração e do conselho fiscal, necessariamente, são oriundos do quadro social da cooperativa. O fato de estarem participando dos órgãos de gestão e governança de seus respectivos negócios não justifica a descaracterização da condição de segurado especial. Ficamos muito felizes com a compreensão dos legisladores para essa realidade e por respeitarem as especificidades do nosso modelo de negócios”, ressaltou o presidente da entidade, Márcio Lopes de Freitas.
Durante a reunião, Flávio Arns, que é membro da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), elogiou o papel do cooperativismo no Brasil. "Quero cumprimentar o Sistema OCB e o Sistema Ocepar, do Paraná, que fazem um trabalho extraordinário em prol das cooperativas. O Brasil deveria ser uma grande cooperativa. Se tivéssemos esse espírito cooperativista, teríamos um país muito melhor", afirmou.
O parlamentar reforçou também a importância do projeto para garantir a segurança jurídica dos cooperados no país. "O PL que aprovamos hoje, com a participação da OCB, visa assegurar que os associados, que são segurados especiais no regime de previdência, não percam essa condição ao exercer atividades de administração nas cooperativas. Isso já é reconhecido na jurisprudência, mas agora estará muito claro na legislação", ressaltou.
Fonte: Sistema OCB
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Senador Flávio Arns[/caption]
A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (4), o parecer favorável do senador Flávio Arns (PR) ao Projeto de Lei (PL) 1.754/2024, que garante a manutenção da condição de segurado especial aos cooperados que ocupam cargos em conselhos administrativos ou fiscais de cooperativas. Aprovado pela Câmara dos Deputados em março deste ano, o PL faz parte da Agenda Institucional do Cooperativismo e segue agora para apreciação no Plenário do Senado em regime de urgência
O projeto busca assegurar que os cooperados, mesmo ocupando cargos de gestão nas cooperativas, não percam sua condição de segurados especiais no Regime Geral de Previdência Social. Nesse sentido, corrige distorções ao deixar claro que o exercício dessas funções, eleitas em assembleia geral, não caracteriza o desempenho de atividade remunerada adicional, uma vez que é uma função intrínseca ao modelo cooperativista.
A Lei Geral do Cooperativismo (5.764/1971) estabelece que as cooperativas, por sua natureza, seguem um modelo societário que valoriza o trabalho colaborativo e o esforço conjunto. Nesse sentido, os conselhos de administração e fiscal devem ser compostos exclusivamente por associados eleitos em assembleia, o que preserva a condição de segurado especial dos escolhidos.
O Sistema OCB atuou de forma ativa para garantir a aprovação da proposta, destacando a importância de proteger juridicamente os cooperados que assumem cargos administrativos nas cooperativas. “Os integrantes do conselho de administração e do conselho fiscal, necessariamente, são oriundos do quadro social da cooperativa. O fato de estarem participando dos órgãos de gestão e governança de seus respectivos negócios não justifica a descaracterização da condição de segurado especial. Ficamos muito felizes com a compreensão dos legisladores para essa realidade e por respeitarem as especificidades do nosso modelo de negócios”, ressaltou o presidente da entidade, Márcio Lopes de Freitas.
Durante a reunião, Flávio Arns, que é membro da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), elogiou o papel do cooperativismo no Brasil. "Quero cumprimentar o Sistema OCB e o Sistema Ocepar, do Paraná, que fazem um trabalho extraordinário em prol das cooperativas. O Brasil deveria ser uma grande cooperativa. Se tivéssemos esse espírito cooperativista, teríamos um país muito melhor", afirmou.
O parlamentar reforçou também a importância do projeto para garantir a segurança jurídica dos cooperados no país. "O PL que aprovamos hoje, com a participação da OCB, visa assegurar que os associados, que são segurados especiais no regime de previdência, não percam essa condição ao exercer atividades de administração nas cooperativas. Isso já é reconhecido na jurisprudência, mas agora estará muito claro na legislação", ressaltou.
Fonte: Sistema OCB{gallery}3235{/gallery}
Sob a coordenação do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o Sistema OCB assinou, no dia 28 de agosto, o Protocolo de Intenções do Pacto do Trabalho Decente no Meio Rural. O documento foi assinado com outros 5 ministérios, Organização Internacional do Trabalho (OIT), Ministério Público do Trabalho (MPT), órgãos públicos e representantes dos empregadores e trabalhadores.
O documento estabelece, por meio do diálogo social, diretrizes para boas práticas no trabalho rural, além de combater o trabalho análogo ao de escravo e o infantil. O Sistema OCB, dentre as entidades signatárias, participará dos debates de maneira a resguardar os interesses das cooperativas que exercem suas atividades no meio rural.
Os detalhes do Protocolo podem ser conferidos na 154ª edição do Panorama do Coop, que realiza uma análise trabalhista e sindical sobre o tema.
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Instituições representativas do turismo, artesanato, empreendedorismo, comunicação, sustentabilidade, inovação e ação social da Região Oeste do Rio Grande do Norte assinam, em Mossoró, o Acordo de Cooperação Institucional e Apoio Mútuo. 14 entidades representativas celebraram o termo de cooperação técnica para atuarem na defesa, criação e promoção de projetos, ações e eventos que com foco no desenvolvimento econômico e social para toda a região.
Assinaram o documento:
- ProTurismoRN - Cooperativa de Profissionais e Promoção do Turismo do Rio Grande do Norte;
- Acema - Associação Comercial e Empresarial de Apodi;
- FALS - Fundação Amigos do Lajedo de Soledade;
- ACBT - Associação Costa Branca de Turismo;
- Coomea - Cooperativa de Mulheres Empreendedoras e Artesãs;
- CoopTur Tibau - Cooperativa de Turismo de Tibau;
- Projeto Lajedo do Rosário de Felipe Guerra;
- Coletivo Lixo Zero Mossoró;
- Instituto Acontece;
- Aserra - Associação Turística do Polo Serrano do Alto Oeste;
- Fenart - Federação Norterriograndense de Artesãos;
- Febtur-RN - Federação Brasileira de Jornalistas e Comunicadores de Turismo do RN;
- Cnarts - Confederação Nacional dos Artesãos do Brasil;
- StartupGrindr Brasil - Diretoria Nordeste.
Nosso superintendente,Bruno Portela, participou da reunião representando o presidente Eduardo Gatto. O Sistema OCERN é parceiro da aliança recém-criada. Presença dos presidentes e representantes de cada instituição: Alexandre Dantas (ProTurismoRN, ACBT, ASERRA e CoopTur Tibau), Marcello Bernardo (ACEMA, ACEMOP e FALS), Mário Melo (ACEMA), Cacau Saraiva (ACEMA), Helania Maia (COOMEA), Salomão Medeiros (Projeto Lajedo do Rosário), Hilquias Barros (Coletivo Lixo Zero Mossoró), José Maria Pinheiro (FEBTUR-RN), Eliane Ribeiro (FENART), Márcia Oliveira (CNARTS) e Israel Sousa (StartupGrindr Brasil).
Além da assinatura do acordo de cooperação, a reunião debateu demandas de cada setor representado pela instituiões. As principais demandas apresentadas e discutidas foram sobre:
- Turismo e Serviços
- Comércio e Empreendedorismo
- Artesanato e Cultura
- Comunicação e Publicidade
- Sustentabilidade e Meio Ambiente
- Ação social e Inclusão
- Inovação e tecnologia
A reunião foi encerrada por Alexandre Dantas abordando a importância da cooperação entre as instituições e o papel fundamental da união e aliança que vem atuando e sendo formada desde dezembro de 2022.
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Além da assinatura do acordo de cooperação, a reunião debateu demandas de cada setor representado pela instituiões. As principais demandas apresentadas e discutidas foram sobre:
- Turismo e Serviços
- Comércio e Empreendedorismo
- Artesanato e Cultura
- Comunicação e Publicidade
- Sustentabilidade e Meio Ambiente
- Ação social e Inclusão
- Inovação e tecnologia
A reunião foi encerrada por Alexandre Dantas abordando a importância da cooperação entre as instituições e o papel fundamental da união e aliança que vem atuando e sendo formada desde dezembro de 2022.{gallery}3243{/gallery}
O Polo RN da Faculdade Unimed realizou a aula inaugural da Pós-Graduação em Auditoria em Saúde, com apoio do Sistema OCERN!
Com abordagem transdisciplinar que busca formar profissionais com uma visão crítica e analítica, o curso tem ênfase na ética e eficiência, a formação capacita para examinar a adequação, regularidade, custos e resultados dos serviços de saúde, além de elaborar estratégias para garantir a conformidade normativa, a qualidade assistencial e a sustentabilidade financeira desses negócios.
A aula de abertura contou com a presença do presidente da Unimed Natal, Fernando Pinto, o diretor de Recursos Próprios, Emerson Oliveira, o presidente do Sistema OCERN, Eduardo Gatto, a coordenadora da Casa do Cooperado Unimed, Perpétuo Nogueira e a coordenadora do Curso da Faculdade Unimed, Andrea Marília.
O curso, que tem formato híbrido, vai de setembro de 2024 até outubro de 2025. A turma iniciou com 37 alunos e ainda há algumas vagas disponíveis.
Informações podem ser obtidas no telefone (84) 9 9999-0605.
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O curso, que tem formato híbrido, vai de setembro de 2024 até outubro de 2025. A turma iniciou com 37 alunos e ainda há algumas vagas disponíveis.
Informações podem ser obtidas no telefone (84) 9 9999-0605.{gallery}3249{/gallery}
O Prêmio SomosCoop Melhores do Ano, promovido pelo Sistema OCB celebra as boas práticas das cooperativas que impactam positivamente seus cooperados e a comunidade em geral. Este ano, a premiação alcançou ótimos números, com 574 cooperativas inscritas e 711 cases enviados.
A premiação, que ocorre sempre em anos pares, tem como objetivo principal reconhecer e valorizar projetos inovadores que refletem os princípios e valores do cooperativismo. As coops participantes podem concorrer em diversas categorias, com um projeto, para garantir a diversidade e a qualidade das iniciativas.
A novidade desta edição é a inclusão da categoria Imprensa, que irá premiar jornalistas e veículos de comunicação que se destacam na divulgação do cooperativismo brasileiro, sendo dividida em quatro subcategorias — Jornalismo Impresso/Digital, Radiojornalismo, Telejornalismo e Mídia Cooperativa (Assessoria de Imprensa). Além da nova categoria, as tradicionais continuam: Comunicação Coop, Coop Cidadã, Desenvolvimento Ambiental, Cultura Cooperativista, Inovação e Intercooperação, cada uma destacando diferentes aspectos das contribuições cooperativistas.
Ao todo, foram 28 inscrições em Impresso/Digital, 25 em Mídia Cooperativa (Assessoria de Imprensa), 16 em Radiojornalismo e 21 em Telejornalismo. As inscrições vieram de estados como Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins, com 14 organizações estaduais fazendo indicações.
A avaliação dos projetos será realizada por duas bancas distintas: uma comissão técnica composta por especialistas em projetos e um júri formado por representantes de entidades parceiras do cooperativismo. Para a categoria Imprensa, a comissão julgadora será composta por profissionais de mercado com expertise em jornalismo e comunicação.
Os participantes devem estar atentos às datas importantes: os finalistas serão divulgados em 29 de outubro, e a cerimônia de premiação ocorrerá em Brasília, no dia 3 de dezembro.
Fonte: Sistema OCB
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A Capacitacoop, plataforma de aprendizagem do cooperativismo brasileiro, acaba de alcançar a relevante marca de 100 mil matrículas concluídas desde o seu lançamento, em 2020. Com mais de 200 cursos disponíveis de forma gratuita, a plataforma de ensino a distância oferece o conhecimento necessário para impulsionar o sucesso e a eficiência das cooperativas. De temas voltados a governança e gestão à adoção de tecnologias inovadoras, os cursos são desenvolvidos para capacitar as equipes, melhorar os resultados da organização e criar impacto positivo na comunidade.
“O número de matrículas concluídas é o principal indicador de qualquer oferta educacional, pois demonstra que o aluno está engajado e vê valor no conteúdo oferecido. Além disso, o número expressivo de finalizações reflete a eficácia da metodologia e do suporte fornecido, mostrando que estamos no caminho certo para contribuir com a capacitação e o desenvolvimento das cooperativas em todo o país”, afirma Cláudia Moreno , coordenadora de Desenvolvimento Social de Cooperativas do Sistema OCB responsável pelo desenvolvimento e gestão da Capacitacoop.
A relevância da plataforma é comprovada também com outros dados significativos. Em agosto, por exemplo, mais um marco foi atingido: 100 mil pessoas cadastradas com acesso a todos os benefícios e recursos oferecidos. Além disso, a média de satisfação com os cursos, apontada pelos alunos, é de 93%. Entre os usuários, 77% possuem vínculo com o cooperativismo, enquanto 23% são da comunidade, que buscam na plataforma uma maneira prática e qualificada para aprender sobre as especificidades do modelo de negócios coop e outras habilidades importantes para a rotina de qualquer profissional.
“O crescimento da Capacitacoop vem em uma trajetória exponencial, principalmente nos dois últimos anos com o aumento vertiginoso da oferta de cursos. Para se ter ideia, a plataforma foi lançada com a oferta de apenas seis cursos e, hoje, já são 225. Além disso, oferece um amplo material para consulta em sua biblioteca, com várias publicações, vídeos e entrevistas”, acrescenta Cláudia Moreno
A CapacitaCoop segue o quinto princípio do cooperativismo, que foca na educação e formação de seus cooperados e seu crescimento acumulado de mais de 2 mil por cento em quatro anos é acompanhado também por um rigoroso cuidado com a qualidade e alcance dos cursos ofertados. “A plataforma proporciona um acesso democrático à educação e representa um marco para o fortalecimento do cooperativismo no Brasil. Isso sem contar as oportunidades que oferece para o público em geral na busca por uma maior qualificação profissional”, destaca o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.
Na CapacitaCoop os cursos são segmentados por área de atuação, divididos em módulos e oferecem certificados para todos os alunos que atendem os requisitos de aprovação. Além disso, possui diferenciais relevantes como vitrine de informações dos cursos e trilhas de aprendizagem; aplicativo para acessar conteúdo dos cursos, mesmo que o aluno esteja off-line; suporte técnico gratuito.
A relevância da plataforma é comprovada também com outros dados significativos. Em agosto, por exemplo, mais um marco foi atingido: 100 mil pessoas cadastradas com acesso a todos os benefícios e recursos oferecidos. Além disso, a média de satisfação com os cursos, apontada pelos alunos, é de 93%. Entre os usuários, 77% possuem vínculo com o cooperativismo, enquanto 23% são da comunidade, que buscam na plataforma uma maneira prática e qualificada para aprender sobre as especificidades do modelo de negócios coop e outras habilidades importantes para a rotina de qualquer profissional.
“O crescimento da Capacitacoop vem em uma trajetória exponencial, principalmente nos dois últimos anos com o aumento vertiginoso da oferta de cursos. Para se ter ideia, a plataforma foi lançada com a oferta de apenas seis cursos e, hoje, já são 225. Além disso, oferece um amplo material para consulta em sua biblioteca, com várias publicações, vídeos e entrevistas”, acrescenta Cláudia Moreno
A CapacitaCoop segue o quinto princípio do cooperativismo, que foca na educação e formação de seus cooperados e seu crescimento acumulado de mais de 2 mil por cento em quatro anos é acompanhado também por um rigoroso cuidado com a qualidade e alcance dos cursos ofertados. “A plataforma proporciona um acesso democrático à educação e representa um marco para o fortalecimento do cooperativismo no Brasil. Isso sem contar as oportunidades que oferece para o público em geral na busca por uma maior qualificação profissional”, destaca o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.
Na CapacitaCoop os cursos são segmentados por área de atuação, divididos em módulos e oferecem certificados para todos os alunos que atendem os requisitos de aprovação. Além disso, possui diferenciais relevantes como vitrine de informações dos cursos e trilhas de aprendizagem; aplicativo para acessar conteúdo dos cursos, mesmo que o aluno esteja off-line; suporte técnico gratuito.
A implantação de estratégias de Inclusão, Diversidade e Equidade (ID&E) no ecossistema cooperativo é essencial tanto por motivos éticos quanto mercadológicos, de acordo com as melhores práticas de ESG vigentes, pois em um mundo onde a Inteligência Artificial passa a fazer parte dos negócios, precisamos agregar valor a partir da diversidade cognitiva.
A criação de uma cultura organizacional inclusiva fortalece os vínculos entre cooperados e colaboradores, promovendo um ambiente de respeito e confiança.
Uma cultura inclusiva beneficia não só as pessoas envolvidas, mas também melhora a performance e os negócios das organizações.Este Guia visa fornecer subsídios para que as cooperativas possam compreender a pauta e implementem ações da agenda de ID&E, compartilhando conceitos e dados relevantes e apresentando um passo-a-passo para iniciar essas práticas.
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O Sistema OCB lançou o Programa de Certificação de Conselheiros de Sociedades Cooperativas. O objetivo da iniciativa é certificar cooperados que desejam exercer cargos nos conselhos de administração ou fiscal, assegurando a profissionalização e o aperfeiçoamento dos dirigentes das cooperativas.
A certificação de conselheiros oferece inúmeros benefícios para as cooperativas, incluindo a garantia de que os profissionais possuem os conhecimentos técnicos essenciais para suas funções. Além disso, ela aumenta a competitividade das cooperativas, preparando-as melhor para enfrentar os desafios do mercado, e promove o aperfeiçoamento contínuo, incentivando a formação e o aprimoramento das competências de governança dos conselheiros.
A relevância do tema foi explicitada no 15o Congresso Brasileiro do Cooperativismo (CBC), por meio de definição de uma diretriz estratégica geral: Promover a formação, o aprimoramento das competências de governança e a certificação dos conselheiros, com ênfase no direcionamento estratégico.
Para o Sistema OCB, esse é um processo fundamental para fortalecer a governança das cooperativas brasileiras, e reflete o compromisso com a excelência e a sustentabilidade no setor. "Com essa iniciativa, a entidade garante que seus dirigentes estejam preparados para enfrentar os desafios e aproveitar as oportunidades do mercado atual", afirma a gerente de Desenvolvimento de Cooperativas, Débora Ingrisano.
O programa oferece exames contínuos, permitindo que os interessados busquem a qualificação a qualquer momento. A certificação é válida por quatro anos, podendo ser renovada por meio da realização de novo exame ou participando de eventos de formação específicos oferecidos pelo Sescoop.
Para auxiliar os candidatos, o Sescoop disponibiliza um curso preparatório na plataforma CapacitaCoop, em que se abordam os seguintes temas: cooperativismo, governança, negócios, gestão financeira, contabilidade e compliance, e integridade.
O Programa de Certificação de Conselheiros conta com a parceria da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que atua como parceiro certificador juntamente ao Sistema OCB. As questões da prova são elaboradas pela equipe da FGV e as provas são ofertadas na plataforma da instituição, podendo ser realizadas de forma presencial nos centros de testes vinculados à FGV ou na forma remota diretamente pela plataforma.
A primeira prova oficial acontece em 27 de setembro, e a partir daí estará permanentemente disponível a todos os interessados. Para mais informações, acesse o Regulamento da Certificação de Conselheiros. Para se inscrever, clique aqui.
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Como parte de sua estratégia de atuação, o Sistema OCB realizou, nesta semana, reuniões técnicas com as assessorias dos senadores Eduardo Girão (CE), na terça-feira (17), e Jaques Wagner (RJ), nesta quinta-feira (19). Os encontros discutiram demandas do cooperativismo no contexto da regulamentação da Reforma Tributária (PLP 68/2024) em tramitação no Senado Federal. Os representantes dos gabinetes receberam os pleitos com atenção.
O objetivo dos encontros foi, além de destacar a importância de manter as conquistas já aprovadas pela Câmara dos Deputados, avançar em alguns pontos que ainda merecem atenção, como a extensão do regime específico aos cooperados dos ramos Crédito e Transporte não sujeitos ao regime regular e o detalhamento de todas as operações entre cooperativa e cooperado com alíquota zero. Ana Paula Ramos, assessora jurídica do Sistema OCB, destacou que a colaboração entre parlamentares e o Sistema OCB é fundamental para garantir que as particularidades do cooperativismo sejam preservadas, garantindo a sustentabilidade do negócio cooperativo. "Nosso compromisso é impulsionar o desenvolvimento econômico e social do Brasil sem gerar sobrecarga tributária. Por isso, o diálogo constante com os Três Poderes é essencial. Dessa forma, conseguimos construir soluções que preservem a competitividade do coop", disse.
Clara Maffia, gerente de Relações Institucionais do Sistema OCB, ressaltou que muitas das demandas apresentadas visam corrigir distorções na legislação e se alinham com a Constituição Federal. “A aprovação desses ajustes garante a segurança jurídica necessária para que as cooperativas continuem existindo, com base nos princípios constitucionais que regem nossa atuação”, afirmou.
Outro ponto abordado foi o impacto do PLP 68/2024 nas cooperativas de Saúde, onde foi defendida a dedução integral dos custos com repasse de honorários aos cooperados de operadoras de planos de saúde. No total, oito emendas com pleitos do cooperativismo foram apresentadas ao texto da regulamentação da Reforma. Elas incluem a garantia expressa de apropriação e repasse de créditos das etapas anteriores e previsão expressa de não incidência sobre a remuneração ao capital pago aos cooperados.
Amanda Oliveira, coordenadora tributária do Sistema OCB, explicou que a inclusão dessas emendas é necessária para garantir que as cooperativas possam continuar oferecendo serviços essenciais. "O alcance do diferimento no fornecimento de insumos agropecuários a não cooperados e a aplicação cumulativa do regime específico das cooperativas com os regimes diferenciados, específicos ou favorecidos previstos na lei, são pontos importantes que impactam diretamente a viabilidade do cooperativismo como modelo de negócio", destacou.
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Fonte: Sistema OCB
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Prepare-se para um evento imperdível que vai transformar sua forma de se comunicar! No dia 25 de setembro de 2024, às 18h30, no Hotel Sabino Palace em Mossoró-RN, acontece o 1° Workshop O Poder de Comunicar. Explore as tendências e inovações da comunicação em diferentes áreas, com foco no uso de Inteligências Artificiais, marketing digital, storytelling, e muito mais!
📌 Temas abordados:
- Uso das Inteligências Artificiais na comunicação
- A influência positiva da imprensa
- Ferramentas de marketing digital
- Como usar o poder da comunicação e informação
- Posicionamento de imagem e mídia
- Storytelling nos negócios e turismo
🎤 Palestrantes:
- José Maria Pinheiro – Jornalista e Presidente da Febtur-RN
- Wilson Júnior – Publicitário e Sócio-diretor da Use Escala Digital e WH6 Propaganda
- Neide Carlos – Comunicadora e Fundadora e CEO da Revista Acontece
- Alexandre Dantas – Professor, Comunicador e Presidente da ProTurismo
📅 Data: 25/09/2024
⏰ Horário: 18h30
📍 Local: Hotel Sabino Palace, Mossoró-RN
🎟 Realização:
- FEBTUR-RN Regional Oeste
(Federação Brasileira de Jornalistas e Comunicadores de Turismo do Rio Grande do Norte)
- ProTurismoRN
(Cooperativa de Profissionais e Promoção do Turismo do Rio Grande do Norte)
💼 Apoio: ACEMOP, Revista Acontece, Portal Brasil Trend News, Aliança do Oeste, Hotel Sabino Palace, Cangaia Receptivo & Viagens, Prommove Tourism & Market.
Não perca essa oportunidade de expandir seus conhecimentos e fortalecer suas estratégias de comunicação!
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Para mais informações: (84) 99418-7707
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Nos dias 26 e 27 de setembro, a Coopefarma realizará a Rodada de Negócios Coopefarma, um evento especial voltado para seus cooperados. A programação inclui palestras sobre inovação, tecnologia e o papel do associativismo, além de um momento para discutir a mudança no estatuto da cooperativa.
O evento terá como destaque duas palestras: Ney Santos, representante da FEBRAFAR, falará no dia 26, às 11h, sobre "Inovação e Tecnologia para o Crescimento". No mesmo dia, às 18h, Augusto Catônio, CEO da Comarket, apresentará a palestra "O papel das Redes de Associativismo e Cooperativas no sucesso do Varejo de Vizinhança".
Além das palestras, haverá um almoço às 12h, seguido pela Rodada de Negócios das 14h às 18h, e o dia encerrará com um jantar de confraternização para os cooperados às 19h.
No dia 27, a Rodada de Negócios continuará das 8h às 17h, com um grande encerramento: o sorteio de duas diárias para o Vila Galé de Touros, exclusivo para cooperados, às 17h.
O evento é uma excelente oportunidade para troca de experiências, formação de novas parcerias e fortalecimento da cooperativa.
PROGRAMAÇÃO
📅 Dia 26/09
⏰ 11h - Palestra com Ney Santos (FEBRAFAR): "Inovação e Tecnologia para o Crescimento"
⏰ 18h - Palestra com Augusto Catônio (CEO Comarket): "O papel das Redes de Associativismo e Cooperativas no sucesso do Varejo de Vizinhança"
🔄 Das 14h às 18h: Rodada de Negócios
🍽️ 19h: Jantar de Confraternização para cooperados
📅 Dia 27/09
🔄 Das 8h às 17h: Rodada de Negócios
🎁 17h: Sorteio de 2 diárias para o Vila Galé de Touros, exclusivo para cooperados.
🤝 Não perca a chance de participar da Rodada de Negócios Coopefarma e aproveitar essa oportunidade incrível de aprendizado e networking!
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O Grupo de Trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal realizou, nesta quarta-feira (25), audiência pública para discutir os impactos da proposta de regulamentação da Reforma Tributária (PLP 68/2024) nos regimes diferenciados e específicos. A medida propõe a unificação de cinco tributos (ICMS, ISS, IPI, PIS e Cofins) em três: o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto Seletivo. O texto ainda cria novas regras para a diminuição da carga tributária e normas para o cashback, que prevê a devolução de parte do valor pago em tributos.
Amanda Rezende, representante do Sistema OCB, falou sobre as especificidades do cooperativismoA coordenadora tributária do Sistema OCB, Amanda Rezende, representou a entidade na audiência e explicou sobre as especificidades do cooperativismo, bem como a importância de um tratamento tributário adequado ao modelo de negócios. "O cooperativismo se diferencia porque possui finalidade econômica voltada para o cooperado. Ele o conecta ao mercado e proporciona uma maior e melhor distribuição de renda, além de representar uma sociedade democrática com relevante impacto social, reconhecido pela Emenda Constitucional 132/2023", disse.
Ela destacou a importância de garantir que a regulamentação da Reforma Tributária reflita as diretrizes constitucionais e contribua para a sustentabilidade e a segurança jurídica das cooperativas. "As propostas defendidas pelo cooperativismo visam preservar os ajustes realizados na Câmara dos Deputados e implementar novas medidas para assegurar a justiça fiscal nas operações cooperativas", afirmou.
Entre as principais propostas apresentadas estão o detalhamento de todas as operações entre cooperativa e cooperado com alíquota zero e a dedução integral dos custos com repasse de honorários aos cooperados de operadoras de planos de saúde. "Nossas solicitações não buscam benefícios ou favores tributários. Nosso intuito é assegurar melhores condições para o movimento cooperativista e continuar contribuindo para o desenvolvimento econômico e social do país", concluiu Amanda.
A audiência contou também com a participação de representantes do Ministério da Fazenda, da Viva Lácteos e de outras entidades setoriais como o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom), a Federação Nacional das Distribuidoras de Combustíveis, Gás Natural e Biocombustíveis (Brasilcom), a Associação Brasileira de Biogás (Abiogás), a Associação Nacional de Apoio às Pessoas com Deficiência (ANAPcD) e a Federação Nacional dos Auditores e Fiscais de Tributos Municipais (Fenafim) entre outros.
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Amanda Rezende, representante do Sistema OCB, falou sobre as especificidades do cooperativismoA coordenadora tributária do Sistema OCB, Amanda Rezende, representou a entidade na audiência e explicou sobre as especificidades do cooperativismo, bem como a importância de um tratamento tributário adequado ao modelo de negócios. "O cooperativismo se diferencia porque possui finalidade econômica voltada para o cooperado. Ele o conecta ao mercado e proporciona uma maior e melhor distribuição de renda, além de representar uma sociedade democrática com relevante impacto social, reconhecido pela Emenda Constitucional 132/2023", disse.
Ela destacou a importância de garantir que a regulamentação da Reforma Tributária reflita as diretrizes constitucionais e contribua para a sustentabilidade e a segurança jurídica das cooperativas. "As propostas defendidas pelo cooperativismo visam preservar os ajustes realizados na Câmara dos Deputados e implementar novas medidas para assegurar a justiça fiscal nas operações cooperativas", afirmou.
Entre as principais propostas apresentadas estão o detalhamento de todas as operações entre cooperativa e cooperado com alíquota zero e a dedução integral dos custos com repasse de honorários aos cooperados de operadoras de planos de saúde. "Nossas solicitações não buscam benefícios ou favores tributários. Nosso intuito é assegurar melhores condições para o movimento cooperativista e continuar contribuindo para o desenvolvimento econômico e social do país", concluiu Amanda.
A audiência contou também com a participação de representantes do Ministério da Fazenda, da Viva Lácteos e de outras entidades setoriais como o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom), a Federação Nacional das Distribuidoras de Combustíveis, Gás Natural e Biocombustíveis (Brasilcom), a Associação Brasileira de Biogás (Abiogás), a Associação Nacional de Apoio às Pessoas com Deficiência (ANAPcD) e a Federação Nacional dos Auditores e Fiscais de Tributos Municipais (Fenafim) entre outros.{gallery}3299{/gallery}
