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No ano em que a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) completa 55 anos, Brasília recebe, de 14 a 16 de maio, a 15ª edição do Congresso Brasileiro do Cooperativismo (CBC). Considerado o mais importante do setor, o evento propõe desta vez um desafio: planejar e construir, juntos, o futuro que queremos para o cooperativismo brasileiro. No congresso são tomadas as grandes decisões e definidos os rumos do movimento. A própria OCB surgiu a partir de um consenso durante o 4º CBC, em 1969.
Acesse: https://cbc.coop.br/
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A Unimed Natal conquistou o primeiro lugar no prêmio “Experiências de Sucesso Comercial”, realizado pela Unimed Minas, em Belo Horizonte.
Única do Nordeste na premiação, a Unimed Natal apresentou o projeto “Vendedor Digital, que foi implementado na área de Mercado com atuação dos setores de Marketing, Vendas e Atendimento. A plataforma, inovadora no mercado, se utiliza de ferramentas de Business Intelligence (BI) e Automação de Boots, e foi toda pensada para proporcionar a melhoria de performance no tratamento dos leads e conversão de vendas.
“Promover ações de qualidade e inovação está na missão da Unimed Natal, pois entendemos que esse é um dos caminhos para otimizar nossos processos internos e entregar aos nossos clientes produtos e serviços com qualidade e em sintonia com as demandas do mercado. Esse prêmio nos deixa muito orgulhosos, pois além do reconhecimento, confirma que estamos no caminho certo”, comemorou o Superintendente de Mercado e Experiência do Cliente da Unimed Natal, Deleon Oliveira.
O prêmio Experiências de Sucesso Comercial foi entregue durante a 19ª Convenção da Unimed Minas, evento que contou com participação de Unimed de várias regiões do país.
Fonte: Unimed Natal
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O Sistema OCERN e a Coopern Enfermagem, apresentam uma oportunidade imperdível para você se tornar um profissional de saúde preparado para os desafios do mercado. O Curso Técnico em Enfermagem será realizado na sede do SESCOOP/RN, proporcionando um ambiente de aprendizado inspirador e equipado com recursos modernos.
Invista no seu futuro por apenas 21x R$ 150 e tenha acesso a um programa educacional completo, ministrado por profissionais renomados no campo da Enfermagem. Não perca a chance de se capacitar em uma das áreas mais importantes da saúde. Garanta sua vaga agora mesmo e inicie sua trajetória rumo ao sucesso profissional!
📅 Início das aulas: 15 de abril de 2024.
⏰ Horário: Das 13h às 17h.
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A inovação é essencial para o desenvolvimento do nosso modelo de negócio. Essa afirmação foi confirmada por 82% das cooperativas entrevistadas na pesquisa que realizamos em 2020. Nesse mesmo estudo, 2 em cada 3 coops afirmaram já investir em inovação antes da pandemia da Covid-19.
De lá para cá, o cooperativismo se transformou e, para acompanhar essa evolução, lançamos a segunda edição da Pesquisa Inovação no Cooperativismo. As contribuições da sua cooperativa são muito importantes para mapearmos o cenário e conhecermos, juntos, a relação do coop com a inovação.
Para participar, basta preencher o formulário on-line: https://in.coop.br/pesquisa-inova
A pesquisa pretende coletar novos dados que podem contribuir para o crescimento contínuo do setor cooperativista, com o objetivo de avaliar os novos níveis de inovação, compreender o que precisa ser otimizado e identificar as áreas de oportunidade que podem fortalecer o segmento. Será uma sequência da análise realizada entre os anos de 2020 e 2021, em parceria com a Checon Pesquisa. O estudo está em busca de identificar as principais tendências e desafios que irão desenhar o futuro da inovação desse modelo de negócio no Brasil.
Mas atenção! Só é permitida uma resposta por CNPJ, então é importante ter certeza de quem é a pessoa mais indicada para preencher a pesquisa na sua coop.
Se essa pessoa for você, não perca tempo! Acesse agora e participe desse grande mapeamento nacional!
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Chegou a hora de somar as forças das cooperativas em todo o Brasil com a ajuda da plataforma do SouCoop, o nosso banco de dados. Os resultados representam as principais ferramentas da nossa atuação política e institucional em defesa do cooperativismo. Este trabalho possibilita a conquista de leis e políticas públicas que favorecem o nosso crescimento.
Os dados compartilhados no SouCoop serão utilizados na construção do AnuárioCoop 2024, e é com base nessas informações que descobrimos o tamanho e a importância do nosso movimento para o país!
Além disso, essas informações também fundamentam a nossa atuação política e institucional em defesa do nosso modelo de negócios e na elaboração de leis e políticas públicas que favoreçam o coop brasileiro.
Viu como a participação da sua coop é fundamental?
Para participar é muito fácil, basta atualizar os dados da sua cooperativa no SouCoop cliando aqui.
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Nesta semana, a equipe do Sistema OCERN recebeu mais jovens integrados ao Programa Aprendiz Cooperativo, que foram encaminhados pela Unimed Natal e Uniodonto RN. Durante os cinco dias da Semana de Integração, são apresentados aos jovens conceitos básicos de cooperativismo, cidadania e trabalho, a parte comportamental, liderança e ética no ambiente de trabalho. Além da estrutura, funcionamento e serviços do Sistema OCERN.
O objetivo é da Semana de Integração é acolher os novos Aprendizes e informá-los sobre o Programa e a instituição formadora. Nestes primeiros meses de 2024, o Programa já recebeu sete novos jovens. Atualmente, a turma do curso de Auxiliar Administrativo oferecido pelo Sescoop/RN conta com 58 Aprendizes das cooperativas: Unimed Natal, Coopern Enfermagem, Coopanest/RN, Uniodonto RN, Sicredi Rio Grande do Norte, Transcoop Natal e alunos oriundos do Sistema FIERN.
O Programa Aprendiz Cooperativo surgiu com o objetivo de oferecer suporte às cooperativas potiguares ao se adequarem à Lei 10.097/00 e ao Decreto 5.598/05, a Lei da Aprendizagem.
O Programa abre as portas do mercado de trabalho para estudantes entre 14 anos (completos) e 24 anos (incompletos no momento do encerramento do curso). Trabalhando em uma cooperativa, os jovens aprendem uma profissão e entram em contato com a cultura cooperativista, pautada em valores como igualdade, solidariedade, honestidade e transparência.
Além da formação técnico-profissional, o programa contribui para a inclusão social e o desenvolvimento das comunidades.
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O Sistema OCERN em parceria com o SEBRAE Mossoró e a ProTurismoRN promovem o primeiro Coopera+Ação 2024 em Mossoró.
Um momento destinado a troca de ideias e experiências e uma oportunidade para conhecer soluções em gestão e inovação para as Cooperativas da região oeste potiguar, do litoral às serras.
⚠️ ENTRADA E INSCRIÇÕES GRATUITAS
🗓️ 07 de Março, quinta-feira
⏰ Às 9h da manhã
📌 Auditório do SEBRAE Mossoró, Rua Rui Barbosa, n° 630, Centro, CEP 59600-230
Esse meeting também se destina aos profissionais e empreendedores do turismo da região oeste do RN que buscam se atualizar das ferramentas e serviços que o Sebrae e a ProTurismoRN têm a oferecer.
INSCREVA-SE:
https://forms.gle/L2cHLW5s8FBWFntY9
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Em 2023, a união entre a Unidade Nacional do Sistema OCB e as Organizações Estaduais (OCEs) impulsionou resultados excepcionais para o cooperativismo brasileiro rumo a novos horizontes de prosperidade e desenvolvimento socioeconômico. Nesta quinta-feira (22), a realização da 55ª AGO (Assembleia Geral Ordinária) da entidade, proporcionou um espaço aberto para debater e votar questões importantes sobre o movimento, com novas iniciativas que serão realizadas em 2024. O evento apresentou o relatório de atividades realizadas no ano passado e aprovou o plano de trabalho e orçamento para as ações deste ano, além de eleger e dar posse aos novos membros da Diretoria Colegiada, Conselho Fiscal e Conselho de Ética.
Durante a abertura da AGO, Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB, citou o Programa de Educação Política como um alicerce fundamental para o fortalecimento do trabalho de representação junto aos Três Poderes. Para ele, entender as nuances do cenário político é ter capacidade de atuar de forma estratégica e assertiva. "Ampliamos nossos argumentos de influência em decisões e conseguimos defender os interesses do cooperativismo com mais embasamento. Investir na formação política dos nossos dirigentes é investir no futuro e na sustentabilidade do nosso movimento", declarou.
Tania Zanella, superintendente do Sistema OCB, apresentou o Relatório Anual de 2023 e ressaltou que a força cooperativista demonstra como todas as conquistas alcançadas proporcionam mais produção e, consequentemente, oportunidades, prosperidade, emprego e renda. "Ao analisar os resultados, não posso deixar de citar o trabalho e dedicação das OCEs. Os números superaram as expectativas e nos mostram que o crescimento do cooperativismo brasileiro, somado ao poder da união, podem potencializar a nossa jornada em um caminho de oportunidades", assegurou.
Ela destacou o reconhecimento do ato cooperativo na Reforma Tributária (PEC 45/2019) como o grande marco de 2023 e também na história do movimento. “A inclusão do dispositivo do adequado tratamento tributário e a criação de um regime específico de tributação para as cooperativas garante a segurança juridica e a competitividade necessárias para a continuidade e o fortalecimento das nossas atividades”, afirmou
Tania ressaltou a atuação da equipe de representação e articulação política do Sistema. “Foi um trabalho intenso e recompensador na defesa das cooperativas com diversos avanços em projetos de lei, com o fortalecimento do programa de Educação Política, e também no crescimento da presença do nosso movimento em fóruns governamentais. Nossa participação cresceu de 65 para 72 fóruns do Poder Executivo”.
A superintendente elogiou ainda a parceria com a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop). “É imprescindível ressaltar a atuação estratégica da frente, que se consolidou como a terceira maior do Congresso Nacional e demonstrou a força e influência do coop no cenário político brasileiro. Deputados e senadores entendem que o jeito de fazer negócios do cooperativismo contribui para gerar trabalho, renda e cidadania. Eles reconhecem a importância do nosso movimento”, completou.
Além de todo o trabalho de representação, o Sistema OCB incentivou as cooperativas na prospecção de novos negócios, na conexão com outras cooperativas, clientes, fornecedores e potenciais parceiros, em busca de transformar oportunidades em resultados comerciais e financeiros,. A meta BRC 1 Tri, que prevê movimentação financeira de R$ 1 trilhão e alcançar 30 milhões de cooperados até 2027, segue firme.
A relevância socioeconômica do movimento cooperativista ficou ainda mais explícita no Anuário do Cooperativismo Brasileiro 2023. O panorama apontou que o número de cooperados brasileiros passou de 18,8 para 20,5 milhões, o que representa 10% da população. Além disso, o movimento registrou movimentação financeira de R$ 655,8 bilhões.
Além disso, os resultados da pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) para medir os impactos do cooperativismo para a economia do país demonstrou que a cada R$ 1 gasto no coop, RS 2,92 retornam para a economia por seu efeito multiplicador. Os ganhos econômicos evidenciaram ainda um incremento no Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 5,1 mil por habitante nas localidades que contam com a presença de cooperativas.
O Plano Safra 2023/24 contou novamente com a atuação ativa do Sistema OCB e o resultado contemplou, com destaque, diversos pleitos do cooperativismo. Foram disponibilizados recursos na ordem de R$ 364,22 bilhões para apoiar a produção agropecuária nacional e outros R$ 71,6 bilhões para a Agricultura Familiar.
Na Câmara dos Deputados, o mercado de seguros ganhou evidência e, com o intuito de ampliar a participação das cooperativas nesse setor, o Sistema OCB articulou para acelerar a tramitação dos Projetos de Lei Complementar 101/2023 e 519/2018, que aguardam votação em Plenário.
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Resultados
AGO aprova plano de trabalho para 2024No âmbito do Poder Legislativo, 5.344 proposições foram acompanhadas pelo Sistema OCB no Congresso Nacional, 46 foram listadas como prioritárias e compuseram a Agenda Institucional do Cooperativismo). No total, 15 Medidas Provisórias tramitaram no Congresso, com impactos positivos para as cooperativas.
Além de todo o trabalho de representação, o Sistema OCB incentivou as cooperativas na prospecção de novos negócios, na conexão com outras cooperativas, clientes, fornecedores e potenciais parceiros, em busca de transformar oportunidades em resultados comerciais e financeiros,. A meta BRC 1 Tri, que prevê movimentação financeira de R$ 1 trilhão e alcançar 30 milhões de cooperados até 2027, segue firme.
A relevância socioeconômica do movimento cooperativista ficou ainda mais explícita no Anuário do Cooperativismo Brasileiro 2023. O panorama apontou que o número de cooperados brasileiros passou de 18,8 para 20,5 milhões, o que representa 10% da população. Além disso, o movimento registrou movimentação financeira de R$ 655,8 bilhões.
Além disso, os resultados da pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) para medir os impactos do cooperativismo para a economia do país demonstrou que a cada R$ 1 gasto no coop, RS 2,92 retornam para a economia por seu efeito multiplicador. Os ganhos econômicos evidenciaram ainda um incremento no Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 5,1 mil por habitante nas localidades que contam com a presença de cooperativas.
O Plano Safra 2023/24 contou novamente com a atuação ativa do Sistema OCB e o resultado contemplou, com destaque, diversos pleitos do cooperativismo. Foram disponibilizados recursos na ordem de R$ 364,22 bilhões para apoiar a produção agropecuária nacional e outros R$ 71,6 bilhões para a Agricultura Familiar.
Na Câmara dos Deputados, o mercado de seguros ganhou evidência e, com o intuito de ampliar a participação das cooperativas nesse setor, o Sistema OCB articulou para acelerar a tramitação dos Projetos de Lei Complementar 101/2023 e 519/2018, que aguardam votação em Plenário.
Projeção Internacional
Além de todas as conquistas nacionais, o sistema cooperativista brasileiro apresentou sua atuação para o cenário internacional na COP 28, o maior congresso sobre mudanças climáticas do mundo, e exibiu cases de sucesso sobre inovação e sustentabilidade que contribuem para a redução de emissões de gases de efeito estufa. Parcerias estratégicas também permitiram o aumento das exportações de produtos e serviços coop, com ênfase para a participação do cooperativismo do Brasil em feiras internacionais e rodadas de negócios.Capacitação e Desenvolvimento
Programas como o Capacitacoop, proporcionaram o desenvolvimento profissional de milhares de cooperados, com mais de 185 cursos oferecidos e 48 mil alunos formados. O Prêmio SomosCoop Excelência em Gestão reconheceu o empenho e impacto positivo das cooperativas engajadas com a melhoria de suas áreas de gestão. A premiação foi entregue para 56 coops agraciadas em diferentes níveis de maturidade. O NegóciosCoop, que possui o objetivo de estimular a participação de cooperativas em novos negócios e mercados, foi renovado e se tornou uma vitrine exclusiva para o conhecimento de novos mercados e parcerias. O site foi atualizado para reunir mais informações, oportunidades e inteligência comercial.Comunicação
Só em 2023, o SomosCoop atingiu 166 milhões de impactos. Na televisão e em coberturas jornalísticas, 36,5 milhões de pessoas foram alcançadas com assuntos relacionados ao cooperativismo. A marca SomosCoop está consolidada e fortaleceu o engajamento de pessoas na transformação de um país com mais prosperidade. A campanha #BoraCooperar e buscou mostrar a força do coletivo para fazer a diferença. O site SomosCoop teve mais de 1 milhão de acessos. O SomosCoop na Estrada exibiu sua segunda temporada e o podcast PodCooperar disseminou o princípios e benefícios do coop para toda a sociedade. Para se modernizar, o coop também chegou ao TikTok, rede social que atinge a geração Z. O perfil @somoscoop compartilha vídeos curtos e busca o engajamento de públicos mais jovens para o movimento. Para mais informações sobre as conquistas e projetos do cooperativismo brasileiro em 2023, acesse o relatório completo. Confira também o vídeo com os principais destaques de 2023 em https://www.youtube.com/watch?v=4Y6onbZmW54{gallery}2671{/gallery}
Junte-se a nós no Workshop Diretrizes Cooperativistas para uma reflexão sobre as tendências e questões que moldarão o futuro do cooperativismo. Este evento marca a etapa preparatória para o 15° Congresso Brasileiro do Cooperativismo - CBC, onde buscaremos estabelecer diretrizes significativas para o movimento Coop nos próximos anos.
🗓️ Data: 11 de março de 2024
🕒 Horário: 08h às 12h
📍 Local: Hotel Holiday Inn Natal (Av. Senador Salgado Filho, 1906 – Lagoa Nova | Natal/RN)
Para garantir sua participação, pedimos que realize a inscrição até o dia 06 de março de 2024, utilizando o link:
https://tinyurl.com/9jw5yzzf
Leia o material anexo para uma participação mais enriquecedora.
Vagas Limitadas!
Não perca a oportunidade de contribuir e moldar o futuro do cooperativismo. Sua presença é fundamental.
Contamos com sua participação!
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As cooperativas ProTurismoRN e CooperCrutac agora fazem parte do Conselho Estadual do Turismo - Conetur/RN. A eleição para o Conselho aconteceu nesta sexta-feira (01). O Conetur é um órgão colegiado de caráter consultivo, vinculado à Secretaria Estadual de Turismo – SETUR, responsável por propor diretrizes, oferecer subsídios e contribuir para a formulação e implementação da Política Estadual de Turismo.
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O Aeroporto Dix-Sept Rosado, em Mossoró, ganhou um Centro de Informações Turísticas. O espaço tem o objetivo de divulgar ações e as potencialidades da região oeste como a cultura, artesanato e eventos da região. O local irá prestar informações relevantes e confiáveis aos turistas que embarcam e desembarcam no aeroporto que diariamente se conecta às capitais Natal, Fortaleza e Recife.
A iniciativa do Centro de Informações é da Cooperativa de Profissionais e Promoção do Turismo do Rio Grande do Norte – Proturismo/RN, instituição representativa do setor turístico de Mossoró e região. A inauguração contou com a presença de representantes de associações, cooperativas e entidades de ligadas ao desenvolvimento econômico e turístico de Mossoró e da Região Oeste.
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Em reunião na quinta-feira (7) com Milton Coelho, secretário nacional do Artesanato e do Microemprendedor Individual, representantes do Sistema OCB evidenciaram a entidade como parceira importante no fomento e desenvolvimento dos artesãos em cooperativas no Brasil. O encontro apresentou o movimento institucionalmente e buscou estreitar laços com a secretaria com vistas ao aprimoramento de políticas públicas que favoreçam o segmento.
O Sistema reúne atualmente 28 cooperativas de artesanato, que congregam mais de mil artesãos e artesãs. A movimentação financeira total registrada em 2022 foi de R$ 7,6 milhões. A diretora de Artesanato e Microempreendedor Individual, Elisabete Bacelar; a coordenadora-geral da Secretaria, Ana Beatriz Loureiro Ellery; o diretor de Fomento, Marcelo Strama; a chefe da Assessoria de Participação Social e Diversidade, Fernanda Sobóia; e a coordenadora de Projetos, Luciana Soares Barbosa Neto, também participaram da reunião.
Eduardo Lima, coordenador de Relações Governamentais do Sistema OCB, destacou a importância da construção de um ambiente coletivo de debates. “Nosso objetivo é contribuir e apresentar sugestões que possam fortalecer as ações de fomento do artesanato no Brasil. Nossas cooperativas têm desenvolvido um trabalho muito assertivo nesse sentido e queremos ampliar as possibilidades de atuação delas, com a abertura de novos mercados e oportunidades”, afirmou.
As iniciativas já adotadas pelo Sistema OCB para formentar as cooperativas de artesanato foram apresentadas pelo analista técnico institucional, Alex Macedo. Ele citou, entre outros, o Programa de Negócios, que aplica diagnósticos e elabora soluções de acordo com a necessidade de cada cooperativa. “Trata-se de uma iniciativa que apoia a inserção em mercados para ampliar e diversificar a venda dos produtos, por meio da participação em feiras, rodadas de negócios e missões internacionais. Em 2023, levamos, por exemplo, dez cooperativas para a Feira Nacional de Artesanato e Cultura (Fenacce). Durante o evento elas prospectaram R$ 62 mil em vendas nacionais e R$ 70 mil em negócios internacionais futuros, além de realizarem R$ 36,5 mil em vendas”, relatou.
Alex Macedo apresentou ainda a solução de marketplace exclusivo para cooperativas de todo o Brasil desenvolvida pelo Sistema OCB para facilitar a comercialização de produtos para outros estados e fomentar a intercooperação. “Já temos cinco cooperativas de artesãos com lojas cadastradas na plataforma e estamos trabalhando para ampliar esse número”, completou.
O secretário Milton Coelho também conheceu as demandas do setor junto à Pasta. Entre elas, o pedido para participar das discussões para aperfeiçoar e implementar um marco normativo para o segmento, a partir da regulamentação da Lei do Artesão (13.180/2015); e o apoio na aprovação dos Projetos de Lei (PL) 1.092/2023 e 4.673/2023. O primeiro institui o Fundo Nacional do Artesanato e o segundo, assistência financeira temporária aos artesãos. Ambos aguardam votação nas comissões temáticas da Câmara dos Deputados e Senado.
No que diz respeito à ampliação de mercados, foi solicitado apoio do governo para que as cooperativas possam participar, por meio do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB), de feiras nacionais e internacionais, bem como de rodadas de negócios.
Milton Coelho ressaltou a relevância do cooperativismo como um instrumento fundamental para fortalecer o trabalho dos artesãos e artesãs. Além disso, expressou o compromisso da Secretaria Nacional do Artesanato e do Microempreendedor Individual em colaborar no desenvolvimento de políticas públicas que visem aumentar a renda e promover a dignidade no setor artesanal. As equipes técnicas da Secretaria e do Sistema OCB realizarão novas discussões para identificar soluções que impulsionem o cooperativismo no campo do artesanato.
Fonte: Sistema OCB
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Lideranças do cooperativismo, dirigentes e diretores de cooperativas, além de consultores do Sistema OCERN, participaram, nesta segunda-feira (11), do Workshop Diretrizes Cooperativistas. O evento propôs uma reflexão sobre as tendências e questões que moldarão o futuro do cooperativismo.
O Workshop marca a etapa preparatória para o 15° Congresso Brasileiro do Cooperativismo – CBC, onde buscaremos estabelecer diretrizes significativas para o movimento Coop nos próximos anos.
O Workshop aconteceu no Hotel Holiday Inn, em Natal, com a condução dos trabalhos pelos representantes do Sistema OCB, Fábio Castro, gerente de planejamento, e Zeide Gomes, analista de planejamento estratégico.
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Bordados produzidos pela Comart estarão nos uniformes dos atletas brasileiros nas Olimpíadas de 2024
A Cooperativa das Mãos Artesanais de Timbaúba dos Batistas (Comart), está mais uma vez em destaque nacional. Desta vez, os bordados da Comart estarão estampados nos uniformes da delegação brasileira que vai para as Olimpíadas 2024 em Paris, por meio de uma parceria com o Instituto Riachuelo e os esforços da prefeitura municipal de Timbaúba.
Araras, Tucanos e onças estarão nas jaquetas que serão usadas também na abertura das olimpíadas em desfile de barcos pelo Rio Sena. As peças são todas feitas com matéria-prima reciclada. Saia branca para as mulheres, calça branca para os homens. Camisetas nas cores da bandeira brasileira e jaquetas jeans, com os bordados artesanais nas costas. Oitenta bordadeiras trabalham na produção das peças.
A ginasta Babi Domingos esteve no município e sentiu a energia positiva destas bordadeiras que já profetizam o sucesso do Brasil na competição. Ela foi a primeira atleta da delegação a ver de perto as peças. Cerca de 300 pessoas, entre delegação e atletas, irão usar as peças da cooperativa.
O desfile, ao contrário do que costuma-se ver em aberturas de Olimpíadas, não será em estádio, mas pelo famoso Rio Sena. Os atletas estarão em barcos, com espectadores às margens e milhões de pessoas assistindo em todo o mundo.
O trabalho da Comart foi destaque em no Jornal Nacional desta terça-feira (12).

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O desfile, ao contrário do que costuma-se ver em aberturas de Olimpíadas, não será em estádio, mas pelo famoso Rio Sena. Os atletas estarão em barcos, com espectadores às margens e milhões de pessoas assistindo em todo o mundo.
O trabalho da Comart foi destaque em no Jornal Nacional desta terça-feira (12).

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A equipe técnica do Sistema OCERN participando Eleva 2024 – Times de Excelência, uma imersão on-line que vai capacitar ainda mais os times das Organizações Estaduais em suas jornadas de excelência. O Eleva é uma jornada promovida pelo Sistema OCB com foco a aprimorar o cooperativismo brasileiro.
Em 2023 fomos destaque no sistema cooperativo nacional alcançando as três metas do Planeta Coop do Programa, consagrando o Rio Grande do Norte como um dos quatro estados vencedores da jornada, o que representa a qualidade de nossa equipe técnica, bem como o engajamento e união das nossas cooperativas. Vamos juntos, firmes e confiantes nos desafios e metas de 2024. Sempre em busca da excelência no atendimento às nossas cooperativas.
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O cooperativismo brasileiro já pode celebrar mais uma conquista: a CapacitaCoop alcançou a marca de 200 cursos oferecidos de forma gratuita. Lançada em 2020 pelo Sistema OCB, a plataforma de ensino a distância oferece o conhecimento necessário para impulsionar o sucesso e a eficiência das cooperativas brasileiras. De temas de governança e gestão à adoção de tecnologias inovadoras, os cursos são desenvolvidos para capacitar as equipes, melhorar os resultados da organização e criar impacto positivo na comunidade.
A CapacitaCoop segue o quinto princípio do cooperativismo, que foca na educação e formação de seus cooperados. “Essa ferramenta foi criada em meio a um momento de muitas incertezas geradas pela pandemia da Covid-19, mas seu sucesso se consolidou de forma significativa. Os números são expressivos e temos que destacar também a efetividade do conteúdo oferecido e que contempla as mais diversas temáticas voltadas para melhorar o desempenho e os resultados das cooperativas”, afirmou o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.
Claudia Moreno, coordenadora de Desenvolvimento Social de Cooperativas, ressalta a importância da CapacitaCoop como uma ferramenta de qualificação profissional, e também uma estratégia de educação cooperativista de largo alcance. "Essa plataforma representa um marco no fortalecimento do movimento no Brasil, pois proporciona um acesso democrático à educação. Ela qualifica cooperados e empregados de cooperativas, e se estende ao público em geral para que conheçam nosso modelo de negócio e possam se preparar para ingressá-lo", destacou.
Lançada em 24 de abril de 2020, inicialmente a ferramenta de ensino a distância idealizada pelo Sistema OCB disponibilizava apenas seis cursos. “Precisamos antecipar o lançamento para atender as necessidades do lockdown provocado pela pandemia da Covid-19. Por isso, optamos por começarmos o mais rápido possível, mesmo que com um catálogo reduzido. Nosso objetivo, no entanto, sempre foi o de crescimento e, nesse contexto, os investimentos são constantes para que possamos oferecer cada vez mais possibilidades de aprendizado aos usuários da plataforma”, acrescenta Claudia.
Os números da CapacitaCoop comprovam sua relevância. São mais de 68 mil usuários cadastrados na plataforma, e cerca de 60 mil matrículas concluídas. A média de satisfação com os cursos, apontada pelos alunos, é de 91%. Os temas abordados nas trilhas de aprendizagem são diversos e se relacionam ao cooperativismo, incluindo gestão, ESG, inovação, negócios, liderança, inteligência artificial, entre outros. O acesso aos cursos pode ser feito por meio de desktop, tablet ou celular, garantindo praticidade e flexibilidade aos usuários.
Alunos com vínculo com o cooperativismo representam 77% dos usuários. O percentual restante, ou seja 23%, são dos inscritos, são da comunidade, que buscam na plataforma uma maneira prática e qualificada para aprender sobre o as especificidades do modelo de negócios coop e outras habilidades importantes para a rotina de qualquer profissional.
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Lançada em 24 de abril de 2020, inicialmente a ferramenta de ensino a distância idealizada pelo Sistema OCB disponibilizava apenas seis cursos. “Precisamos antecipar o lançamento para atender as necessidades do lockdown provocado pela pandemia da Covid-19. Por isso, optamos por começarmos o mais rápido possível, mesmo que com um catálogo reduzido. Nosso objetivo, no entanto, sempre foi o de crescimento e, nesse contexto, os investimentos são constantes para que possamos oferecer cada vez mais possibilidades de aprendizado aos usuários da plataforma”, acrescenta Claudia.
Os números da CapacitaCoop comprovam sua relevância. São mais de 68 mil usuários cadastrados na plataforma, e cerca de 60 mil matrículas concluídas. A média de satisfação com os cursos, apontada pelos alunos, é de 91%. Os temas abordados nas trilhas de aprendizagem são diversos e se relacionam ao cooperativismo, incluindo gestão, ESG, inovação, negócios, liderança, inteligência artificial, entre outros. O acesso aos cursos pode ser feito por meio de desktop, tablet ou celular, garantindo praticidade e flexibilidade aos usuários.
Alunos com vínculo com o cooperativismo representam 77% dos usuários. O percentual restante, ou seja 23%, são dos inscritos, são da comunidade, que buscam na plataforma uma maneira prática e qualificada para aprender sobre o as especificidades do modelo de negócios coop e outras habilidades importantes para a rotina de qualquer profissional.
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A agenda ESG é uma realidade para as cooperativas brasileiras. A sigla em inglês se refere a Environmental, Social and Governance, que se traduzem como ações ambientais, sociais e de governança.
De acordo com o Diagnóstico ESG, pesquisa realizada pelo Sistema OCB para conhecer o grau de aderência das coops a esses pilares de sustentabilidade, as coops brasileiras estão afinadas com a pauta e se destacam em quesitos como o cumprimento de leis e normas, conformidade social e ambiental e práticas trabalhistas.
Os resultados confirmam que o cuidado com as pessoas, com o meio ambiente e com a ética na gestão é parte indissociável do dia a dia das cooperativas brasileiras. Ao mesmo tempo, a pesquisa também apontou desafios para implementação de ações ESG de forma mais abrangente em algumas áreas, principalmente na dimensão ambiental.
De olho nessa oportunidade e com a clareza de que o futuro dos negócios será cada vez mais ESG, as cooperativas devem se preparar para colocar em prática iniciativas que ajudem a transformar ainda mais a forma de fazer negócios no coop.
Além disso, a agenda ESG está cada vez mais conectada às estratégias de inovação e os dois temas devem ser abordados de forma integrada nos planejamentos das cooperativas. “Iniciativas que focam no mapeamento e tratamentos dos impactos causados são somadas às novidades, ações de maior eficiência e eficácia, com maior margem para escalabilidade e replicabilidade. Elas são impulsionadas não apenas pela necessidade de responder a desafios sociais e ambientais, mas também pela crescente demanda de mercado, por práticas mais responsáveis e sustentáveis”, analisa o gerente do Núcleo de Inteligência e Inovação do Sistema OCB, Guilherme Costa.
Com base no relatório anual da Gartner, empresa especializada em consultoria, pesquisa e inovação, listamos as principais tendências de ESG para 2024:
A readequação energética da vinícola cooperativa é certificada por uma empresa de gestão de energia e reavaliada anualmente para validar a utilização de energia 100% renovável. Com a conversão da matriz energética, desde 2019, a Cooperativa Vinícola Aurora deixou de emitir na atmosfera 1.373 toneladas de dióxido de carbono (CO2), que provoca o aquecimento global. Apenas em 2022, foram 217 toneladas de CO2 a menos, um esforço equivalente à manutenção de uma floresta com 6 mil árvores.
Aumento da frota de carros elétricos
As vendas de carros elétricos no Brasil quase dobraram em 2023, com 93.927 emplacamentos em todo o país, com crescimento em todas as regiões, segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico. Em 2024, janeiro também já registrou recorde de vendas, com 12.026 novos carros elétricos na rua.
Os números mostram o potencial da eletromobilidade como uma das principais tendências ESG para 2024 e projetam o aumento recorde da frota eletrificada até o fim do ano. A eletrificação da frota tem impactos ambientais diretos, com redução do uso de combustíveis fósseis, menos emissão de poluentes no ar e redução do nível de ruídos.
No Brasil, o setor de transporte é responsável por cerca de 45% das emissões CO2, principalmente pela utilização majoritária do modal rodoviário. Para se ter uma ideia, um caminhão de carga emite 77 quilos de gases de efeito estufa a cada 100 quilômetros rodados.
Caminhão elétrico cooperativista – Atenta à responsabilidade do segmento de transporte rodoviário de carga para mudar esse cenário, a Cooperativa de Transportadores Autônomos de Cargas e Passageiros da Região Metropolitana de Belo Horizonte (Coopmetro) começou a fazer a sua parte e colocou na rua o primeiro caminhão elétrico de sua frota. O veículo não depende de combustível, não gera poluição do ar nem sonora, e a energia elétrica usada no abastecimento é de fonte renovável, gerada em uma usina solar da cooperativa. O projeto de eletrificação da frota está em fase piloto e a Coopmetro pretende testar novos caminhões elétricos este ano.
Em outra contribuição coop para estimular o uso de veículos elétricos, a cooperativa gaúcha Certel Energia inovou ao instalar o primeiro posto para carregamento de carros elétricos do município de Teutônia, na região central do Rio Grande do Sul.
A falta de postos de recarga é um dos principais desafios para a ampliação do número de veículos elétricos no Brasil. De acordo com a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), há 3,8 mil eletropostos públicos ou semipúblicos em todo o país, mas a maior parte está concentrada nos grandes centros urbanos.
Buscador de tendências
Quer saber mais sobre tendências de inovação para 2024 e como elas podem aumentar a competitividade da sua cooperativa? Acesse agora o InovaCoop - plataforma de inovação do Sistema OCB - e comece o curso “Pesquisador de tendências”. A capacitação ensina a identificar e mapear tendências e a utilizar essas informações a favor do seu negócio.
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Tecnologias sustentáveis
Uma das principais tendências para 2024 é o desenvolvimento e adoção de tecnologias sustentáveis, ou seja, soluções digitais que impulsionem os resultados ESG. Nessa tendência, a simbiose entre inovação e ESG fica clara, com a criação de ferramentas que ajudem a operacionalizar ações de sustentabilidade ambientais, sociais e de governança, colocando a tecnologia a serviço de práticas empresariais mais responsáveis nas três dimensões. As soluções digitais com impulso ESG podem fornecer, por exemplo, novas formas de gerenciar ativos, melhorar o desempenho energético, garantir a rastreabilidade de produtos, ampliar o acesso a dados relevantes para a gestão dos negócios, entre outras possibilidades.Conexão para inovar
Uma oportunidade para as cooperativas nessa área é a conexão com as chamadas cleantechs, startups dedicadas ao desenvolvimento de tecnologias verdes. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Startups (Abstartups), há cerca de 100 cleantechs ativas em todo o país, com soluções tecnológicas ligadas à qualidade do ar, energia limpa, agropecuária sustentável, eficiência energética, entre outras. Por meio da análise de dados qualificada, uso de inteligência artificial e algoritmos, as cleantechs podem desenvolver soluções tecnológicas capazes de aumentar a produtividade ao mesmo tempo em que reduzem desperdícios e minimizam o impacto ambiental dos processos, em um círculo virtuoso de sustentabilidade.Evolução das energias limpas
Mais de 85% da energia elétrica utilizada no Brasil vem de fontes renováveis, principalmente de geração hidrelétrica, segundo o Balanço Energético Nacional 2023. Além de ter uma das matrizes elétricas mais limpas do mundo, o país oferece muitas oportunidades de crescimento no setor de energias renováveis, o que representa uma grande vantagem competitiva em um cenário global que privilegia as soluções verdes e o desenvolvimento sustentável. Em uma tendência ESG para 2024, a transição rumo a uma matriz elétrica ainda mais renovável tende a ganhar força com o uso cada vez mais recorrente de fontes como eólica, solar, biomassa, biogás, além de pequenas hidrelétricas, que têm menos impacto ambiental que usinas de grande porte.Cooperativismo na vanguarda
O crescimento e a diversificação das fontes de energia limpa estão no radar das cooperativas brasileiras há muitos anos, e algumas delas são referência em tecnologias de produção e uso de energias renováveis. Além do impacto direto sobre o meio ambiente, a questão também se tornou um diferencial competitivo para os produtos com a marca coop. Em Bento Gonçalves (RS), a Cooperativa Vinícola Aurora – maior coop de produção de vinhos do Brasil – tem investido desde 2019 na transição energética e hoje só utiliza eletricidade proveniente de fonte limpa, totalmente renovável e que não agride o meio ambiente. Toda a energia que abastece as três plantas industriais da vinícola vem de usinas eólica, solar, de biomassa, e de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs).
A readequação energética da vinícola cooperativa é certificada por uma empresa de gestão de energia e reavaliada anualmente para validar a utilização de energia 100% renovável. Com a conversão da matriz energética, desde 2019, a Cooperativa Vinícola Aurora deixou de emitir na atmosfera 1.373 toneladas de dióxido de carbono (CO2), que provoca o aquecimento global. Apenas em 2022, foram 217 toneladas de CO2 a menos, um esforço equivalente à manutenção de uma floresta com 6 mil árvores.
Descarbonização da produção
O agravamento da crise climática, com eventos extremos registrados em várias partes do mundo, tem deixado claro que as respostas para frear o aquecimento do planeta têm de ser rápidas e em grande escala. Reduzir as emissões globais de dióxido de carbono (CO2) e outros gases de efeito estufa não é apenas uma missão ambiental, mas uma tarefa que está diretamente relacionada à sustentabilidade econômica. Na agricultura, por exemplo, frear o aquecimento global é fundamental para a sobrevivência dos negócios, porque a produção tem sido cada vez mais afetada por secas extremas ou chuvas fora do padrão.Menos carbono no coop
No cooperativismo, o ramo agropecuário é justamente um dos que mais se destaca na busca de soluções para descarbonizar a produção. Técnicas de agricultura de baixo carbono tem se difundido entre as coops, que aliam tecnologia e experiência no campo para garantir benefícios ambientais e ganhos de competitividade para os produtores cooperados. No Sul do Brasil, a Coopercampos – gigante cooperativista de cereais, sementes, insumos e agroindústria – aposta na inovação para reduzir emissões de CO2 em suas áreas de produção em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul. Em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a cooperativa criou um programa para avaliar a qualidade de manejo dos solos e identificar as melhores oportunidades de retenção do carbono na terra, evitando a emissão do gás para a atmosfera. No projeto Clube do Carbono, a Copercampos incentiva seus cooperados a utilizar técnicas como o plantio direto na palha e outras práticas conservacionistas. No plantio direto, por exemplo, a semeadura é feita na palha da cultura anterior, sem a necessidade de queimar a área nem de revolvimento da terra, reduzindo a liberação de CO2. A incorporação da matéria orgânica ao solo também mantém a umidade e beneficia a nutrição das plantas, aumentando a produtividade.Transparência das ações climáticas
O compromisso com o enfrentamento da crise climática também requer a medição e divulgação das ações de combate do aquecimento global de maneira transparente e qualificada. Na hora de comunicar os indicadores ESG aos cooperados, consumidores e sociedade, há várias estratégias para compartilhar os resultados com credibilidade. A Organização das Nações Unidas (ONU), por exemplo, fornece parâmetros para medição e avaliação de estratégias corporativas de sustentabilidade a partir da relação com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), uma série de metas globais a serem alcançadas até 2030. A ferramenta mais comum para a comunicação de iniciativas ESG, incluindo as ações climáticas, são os relatórios de sustentabilidade. Em todo o mundo, o modelo mais usado para esse tipo de documento é o padrão GRI, sigla de Global Reporting Initiative, uma organização internacional sem fins lucrativos que fornece padrões com uma linguagem comum para as instituições comunicarem seus impactos.Relatórios cooperativistas
No Brasil, o padrão GRI é adotado por diversas cooperativas na demonstração de suas iniciativas de sustentabilidade, como a Frísia, a Cocamar, a Integrada Cooperativa Agroindustrial, a Coopercitrus, o Sicoob, o Sicredi e diversas cooperativas do Sistema Unimed, além de Organização Estaduais como o Sistema Ocemg, de Minas Gerais. Em outra frente de transparência das ações de combate ao aquecimento global, o Sistema OCB está trabalhando para disponibilizar uma ferramenta que auxilie as cooperativas na elaboração de seus inventários de gases de efeito estufa, um mapeamento de todas as emissões produzidas por elas. O inventário é o primeiro passo para identificar o potencial de redução de carbono em cada setor e definir investimentos mais assertivos.
Aumento da frota de carros elétricos
As vendas de carros elétricos no Brasil quase dobraram em 2023, com 93.927 emplacamentos em todo o país, com crescimento em todas as regiões, segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico. Em 2024, janeiro também já registrou recorde de vendas, com 12.026 novos carros elétricos na rua.
Os números mostram o potencial da eletromobilidade como uma das principais tendências ESG para 2024 e projetam o aumento recorde da frota eletrificada até o fim do ano. A eletrificação da frota tem impactos ambientais diretos, com redução do uso de combustíveis fósseis, menos emissão de poluentes no ar e redução do nível de ruídos.
No Brasil, o setor de transporte é responsável por cerca de 45% das emissões CO2, principalmente pela utilização majoritária do modal rodoviário. Para se ter uma ideia, um caminhão de carga emite 77 quilos de gases de efeito estufa a cada 100 quilômetros rodados.
Caminhão elétrico cooperativista – Atenta à responsabilidade do segmento de transporte rodoviário de carga para mudar esse cenário, a Cooperativa de Transportadores Autônomos de Cargas e Passageiros da Região Metropolitana de Belo Horizonte (Coopmetro) começou a fazer a sua parte e colocou na rua o primeiro caminhão elétrico de sua frota. O veículo não depende de combustível, não gera poluição do ar nem sonora, e a energia elétrica usada no abastecimento é de fonte renovável, gerada em uma usina solar da cooperativa. O projeto de eletrificação da frota está em fase piloto e a Coopmetro pretende testar novos caminhões elétricos este ano.
Em outra contribuição coop para estimular o uso de veículos elétricos, a cooperativa gaúcha Certel Energia inovou ao instalar o primeiro posto para carregamento de carros elétricos do município de Teutônia, na região central do Rio Grande do Sul.
A falta de postos de recarga é um dos principais desafios para a ampliação do número de veículos elétricos no Brasil. De acordo com a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), há 3,8 mil eletropostos públicos ou semipúblicos em todo o país, mas a maior parte está concentrada nos grandes centros urbanos.
Buscador de tendências
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Representantes do Sistema OCB se reuniram, na terça-feira (19), com o diretor da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Guilherme Sampaio, para discutir pautas relacionadas ao transporte rodoviário de cargas e de passageiros e, também, temas que afetam diretamente as cooperativas do Ramo Transporte. "Tivemos a oportunidade de dialogar abertamente sobre as atuais demandas e desafios enfrentados pelo segmento", destacou a superintendente da entidade, Tania Zanella.
Evaldo Moreira Matos, coordenador nacional do Conselho Consultivo do Ramo Transporte do Sistema OCB, também salientou a oportunidade ímpar que a reunião representou. “Conseguimos expor as dificuldades enfrentadas pelas nossas cooperativas, especialmente no que diz respeito à compreensão das especificidades do nosso modelo de negócios e à resolução de gargalos existentes", declarou.
Um dos pontos abordados foi o Acordo de Cooperação Técnica firmado com Confederação Nacional do Cooperativismo (CNCoop), que propõe a elaboração de um estudo de viabilidade técnica e econômica sobre o papel das Cooperativas de Transporte de Cargas (CTC) na prestação de serviços do segmento ao e-commerce. A iniciativa visa aprofundar o entendimento sobre a contribuição das cooperativas e, para isso, ficou definido que a agência irá realizar uma visita técnica a alguma plataforma de e-commerce que hoje cooperativas de transporte operam, para compreender a lógica de operações e demandas, bem como identificar as possíveis formas de regulação dessas operações.
A Lei 14.599/2023 foi outro tema tratado, principalmente no que diz respeito ao Art. 13-B, que veda o desconto de taxas administrativas e seguros sob valor do frete. O Sistema OCB questionou a posição da agência sobre esse dispositivo, com o intuito de esclarecer a situação e possível insegurança jurídica que ele pode acarretar para as cooperativas. “Não está claro se a cooperativa poderá descontar essas taxas dos cooperados, o que sempre foi a forma de atuação até então. Precisamos de um posicionamento sobre essa questão para entender o posicionamento da agência reguladora sobre essa temática”, explicou Tania. Guilherme Sampaio sugeriu que seja feita uma consulta formal a agência para esclarecer a dúvida de forma mais efetiva.
Também foi discutida a presença de cooperativas de transporte de carga sem registro no Sistema OCB, mas ativas nono Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas Digital (RNTRC). Uma lista com a relação dessas cooperativas foi encaminhada à Superintendência de Serviços de Transporte Rodoviário e Multimodal de Cargas (Suroc) para questionar as ações e prazos estabelecidos pela agência para mitigar a situação. “Entendemos que esse é um tema relevante e que exige atenção por parte da ANTT para evitar irregularidades na prestação dos serviços”, esclareceu o coordenador Evaldo Matos.
As especificidades do cooperativismo de transporte foram apresentadas junto com um pedido para aproximação com à Superintendência de Transporte de Passageiros, com o objetivo de estruturar ações conjuntas em prol do desenvolvimento das cooperativas que fazem o transporte de passageiros. Sobre este assunto, Guilherme Sampaio se colocou à disposição para entender as demandas específicas do segmento e colaborar para uma melhor regulação do assunto. "Iremos buscar soluções que possam contribuir para atender as necessidades do setor e promover um ambiente regulatório mais adequado e favorável ao seu desenvolvimento", afirmou.
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Sistema OCB
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Na última sexta-feira (22), aconteceu a terceira reunião da Câmara Temática do Segmento Habitacional, promovida pelo Sistema OCB. Com o objetivo de consolidar ideias e propostas, o evento reuniu 18 representantes do setor e, durante o encontro, foram abordadas questões relevantes para o segmento, incluindo o trabalho de representação institucional realizado pelo Sistema OCB. Além disso, foi apresentado o diagnóstico do cenário atual e o plano de trabalho para 2024.
O principal assunto foi o Conselho das Cidades (ConCidades), um órgão colegiado, deliberativo e consultivo, que faz parte do Ministério das Cidades e trata sobre a Política Nacional de Desenvolvimento Urbano (PNDU). O ConCidades conta com cinco comitês técnicos que subsidiam debates e promovem articulação com órgãos promotores de estudos, propostas e tecnologias relacionadas às políticas públicas. Dentre eles, o Comitê Técnico de Habitação, conta com a presença, entre seus membros, do analista de Relações Governamentais do Sistema OCB, João Pinheiro Valadares Penna. Já o Comitê Técnico de Mobilidade Urbana, tem como representante Marco Antônio, arquiteto e urbanista que colabora com a entidade.
Neste ano, o Comitê Técnico de Habitação atua para promover novas linhas de financiamento, como a ampliação das possibilidades de inclusão de imóveis para habitação de interesse social (HIS); o aprimoramento dos programas e ações empreendidas; e o trabalho social. Thayná Côrtes, analista do Sistema OCB, explicou que, dentre as diversas perspectivas de atuação, o CT vai incluir o cooperativismo como uma alternativa para a organização de projetos coletivos, com base na integração do Minha Casa Minha Vida (MCMV) com as demais políticas públicas. "O Sistema OCB entende que não basta somente construir uma casa. É prciso garantir também segurança, saúde e educação. O intuito da nossa proposta é integrar outras áreas e outros segmentos ao programa, bem como com o marco regulatório do cooperativismo", afirmou.
A Câmara também vai mobilizar, junto às Organizações Estaduais (OCEs), a missão de participação do movimento na 6ª Conferência das Cidades, com a presença de cooperativas desde as fases municipais, passando pelas estaduais até chegar a nacional. Para Marco Antônio, que trabalha no Concidades, o segmento habitacional é muito importante no que diz respeito ao trabalho feito com as pessoas. "É uma atividade diferente da que uma incorporadora faz quando conduz uma construção. Ela não lida com os moradores como o cooperativismo faz. Dentro do movimento, os moradores se reúnem e constroem um resultado social mais positivo", afirmou.
O diagnóstico apresentado analisou o histórico do segmento para identificar desafios e oportunidades e, também, mapear os problemas enfrentados pelas cooperativas. O documento, direcionado às cooperativas habitacionais e OCEs, tem como objetivo pensar e promover soluções eficazes para os problemas enfrentados no setor habitacional brasileiro. De acordo com o estudo, foi possível concluir que o maior empecilho do segmento será enfrentar o Ministério Público para questionar as jurisprudências que prejudicam as coops de habitação e, a maior oportunidade, será alcançar outras linhas do Programa Minha Casa Minha Vida.
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O principal assunto foi o Conselho das Cidades (ConCidades), um órgão colegiado, deliberativo e consultivo, que faz parte do Ministério das Cidades e trata sobre a Política Nacional de Desenvolvimento Urbano (PNDU). O ConCidades conta com cinco comitês técnicos que subsidiam debates e promovem articulação com órgãos promotores de estudos, propostas e tecnologias relacionadas às políticas públicas. Dentre eles, o Comitê Técnico de Habitação, conta com a presença, entre seus membros, do analista de Relações Governamentais do Sistema OCB, João Pinheiro Valadares Penna. Já o Comitê Técnico de Mobilidade Urbana, tem como representante Marco Antônio, arquiteto e urbanista que colabora com a entidade.
Neste ano, o Comitê Técnico de Habitação atua para promover novas linhas de financiamento, como a ampliação das possibilidades de inclusão de imóveis para habitação de interesse social (HIS); o aprimoramento dos programas e ações empreendidas; e o trabalho social. Thayná Côrtes, analista do Sistema OCB, explicou que, dentre as diversas perspectivas de atuação, o CT vai incluir o cooperativismo como uma alternativa para a organização de projetos coletivos, com base na integração do Minha Casa Minha Vida (MCMV) com as demais políticas públicas. "O Sistema OCB entende que não basta somente construir uma casa. É prciso garantir também segurança, saúde e educação. O intuito da nossa proposta é integrar outras áreas e outros segmentos ao programa, bem como com o marco regulatório do cooperativismo", afirmou.
A Câmara também vai mobilizar, junto às Organizações Estaduais (OCEs), a missão de participação do movimento na 6ª Conferência das Cidades, com a presença de cooperativas desde as fases municipais, passando pelas estaduais até chegar a nacional. Para Marco Antônio, que trabalha no Concidades, o segmento habitacional é muito importante no que diz respeito ao trabalho feito com as pessoas. "É uma atividade diferente da que uma incorporadora faz quando conduz uma construção. Ela não lida com os moradores como o cooperativismo faz. Dentro do movimento, os moradores se reúnem e constroem um resultado social mais positivo", afirmou.
O diagnóstico apresentado analisou o histórico do segmento para identificar desafios e oportunidades e, também, mapear os problemas enfrentados pelas cooperativas. O documento, direcionado às cooperativas habitacionais e OCEs, tem como objetivo pensar e promover soluções eficazes para os problemas enfrentados no setor habitacional brasileiro. De acordo com o estudo, foi possível concluir que o maior empecilho do segmento será enfrentar o Ministério Público para questionar as jurisprudências que prejudicam as coops de habitação e, a maior oportunidade, será alcançar outras linhas do Programa Minha Casa Minha Vida.
Fonte: Sistema OCB
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A partir do dia 25 de março, o Instituto Sicoob abriu as inscrições para a 13ª edição do Concurso Cultural, que este ano terá como tema "Atitudes simples, escolhas conscientes”. Podem participar estudantes do 3º, 5º, 7º e 9º ano do ensino fundamental, regularmente matriculados nas redes de ensino público e privado, que foram convidadas por uma cooperativa Sicoob para fazer parte do projeto.
O concurso tem o intuito de disseminar a cultura da cooperação entre as crianças, incentivando a reflexão, o debate e a produção de desenhos e textos narrativos. As premiações do Concurso Cultural ocorrem em três etapas distintas: local, regional e nacional. De acordo com Luiz Edson Feltrim, superintendente de Cidadania e Sustentabilidade do Sicoob, a educação transcende a mera transmissão de conhecimento, constituindo-se como o ambiente propício para o desenvolvimento coletivo e individual de cada pessoa."É fundamental fomentar os princípios do cooperativismo desde a infância, pois isso fortalece valores como cooperação, igualdade e responsabilidade, como também prepara as futuras gerações para uma participação mais ativa e consciente na sociedade. Ao proporcionar experiências cooperativas desde cedo, estamos investindo no desenvolvimento de indivíduos capacitados para colaborar, tomar decisões em grupo e celebrar conquistas em conjunto, contribuindo assim para a construção de uma comunidade mais justa e sustentável”, comenta Feltrim.
Ganhadores
Em 2023, foram mais de 2,4 mil escolas participantes e mais de 280 mil alunos atendidos, sendo estes estudantes regularmente matriculados nas escolas das redes pública, privada e de cooperativas educacionais.? A Ana Beatriz de Oliveira, de Goiânia (GO), ganhou na Categoria Desenho. Já o Paulo de Biase, de Sertãozinho (SP), levou o prêmio na Categoria Crônica. A Nicole Letícia Monteiro, de Sta. Gertrudes (SP), ganhou na Categoria Poema e João Pedro de Souza, de Guariba (SP), levou o prêmio na Categoria Tiras em Quadrinhos. As premiações incluíram um notebook para os alunos vencedores de cada categoria, R$ 3 mil em pontos Coopera para os professores de cada aluno vencedor e um kit multimídia audiovisual e caixa de som para cada escola vencedora.
Para saber mais, basta acessar o site do Concurso Cultural Sicoob.
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