- Artigo Secundário 3
Iniciativa do Sistema OCB reúne conteúdos para orientar a comunidade cooperativista e fortalecer o debate sobre o desenvolvimento do país.
A participação cidadã e o reconhecimento da contribuição das cooperativas para o desenvolvimento são os principais temas da mobilização Pense no Coop, do Sistema OCB. Voltada às eleições de 2026, a iniciativa convida cooperados, dirigentes e colaboradores a refletirem sobre a importância de suas escolhas para o futuro do cooperativismo e da sociedade.
A proposta é estimular o diálogo com candidatos, lideranças e a população, levando ao debate público as necessidades e as contribuições do setor. A mobilização destaca a importância de ampliar a presença das pautas cooperativistas no Congresso Nacional e nos governos estaduais, associando essa representação à geração de renda, à inclusão e ao desenvolvimento regional.
Para apoiar essa reflexão, a página da campanha reúne uma série de vídeos educativos. Os conteúdos abordam a relação entre cooperativismo e eleições, o calendário eleitoral, a atuação das cooperativas durante o período de campanha e questões relacionadas à propaganda eleitoral. Os materiais ajudam a comunidade cooperativista a compreender o processo e a participar de forma informada.
Um dos temas tratados é a participação institucional ética, educativa e apartidária. A série apresenta orientações sobre os limites da atuação das cooperativas no período eleitoral, esclarecendo dúvidas que fazem parte da rotina de dirigentes e equipes.
A mobilização também chama a atenção para a desinformação e o uso da inteligência artificial nas eleições. O conteúdo reforça a necessidade de verificar informações antes de compartilhá-las e indica a cartilha Cooperativismo e as Eleições como fonte de consulta para o movimento cooperativista.
Para a comunidade cooperativista potiguar, os materiais são uma oportunidade de aprofundar o conhecimento e promover conversas sobre cidadania nas cooperativas. Conhecer propostas, buscar informações confiáveis e refletir sobre os desafios coletivos são atitudes que qualificam a participação democrática.
Conheça a iniciativa e assista aos vídeos no site Pense no Coop.
- Artigo Principal
Iniciativa reuniu organizações estaduais de Sergipe, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Alagoas para ampliar a visibilidade dos produtos cooperativistas nas redes sociais.
Como parte das ações de divulgação da campanha nacional Escolha Consciente, Escolha o Coop, as organizações estaduais do cooperativismo de Sergipe, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Alagoas realizaram uma ação integrada nas redes sociais para destacar produtos cooperativistas da região.
A iniciativa reuniu o Sistema OCESE (Sergipe), o Sistema OCB/PE, o Sistema OCB/PB, o Sistema OCERN e o Sescoop Alagoas em uma publicação colaborativa no Instagram, ampliando o alcance da campanha e evidenciando a diversidade de produtos desenvolvidos por cooperativas nordestinas.
Para dar visibilidade à ação, foi produzido um conteúdo com a participação do humorista e comunicador Ed Gama. No vídeo, o influenciador recebe uma cesta com produtos representativos dos estados participantes e convida o público a conhecer mais sobre o cooperativismo e a importância das escolhas de consumo.
A publicação destaca que, por trás de cada produto cooperativista, existe uma rede de pessoas que trabalha de forma coletiva, gerando oportunidades, renda e desenvolvimento para milhares de famílias da região. O conteúdo pode ser conferido no reel da campanha publicado no Instagram
Escolha consciente, escolha o coop
Promovida pelo Sistema OCB, a campanha Escolha Consciente, Escolha o Coop busca ampliar a visibilidade dos produtos e serviços cooperativistas e fortalecer o reconhecimento do carimbo SomosCoop entre os consumidores. A proposta é incentivar escolhas que valorizem negócios comprometidos com a geração de renda, o desenvolvimento das comunidades e a construção de uma economia mais colaborativa. Saiba mais sobre a campanha nacional Escolha Consciente, Escolha o Coop.
- Artigo Secundário 2
1º Congresso Unimed Natal e IX Congresso de Atualização Médica do RN serão realizados de 22 a 24 de outubro, no Praia Mar Arena
A Unimed Natal e a Associação Médica do Rio Grande do Norte (AMRN) realizam, de 22 a 24 de outubro, um congresso conjunto que reunirá profissionais da saúde para três dias de conhecimento, atualização e discussão sobre diferentes temas relacionados ao setor. O 1º Congresso Unimed Natal e o IX Congresso de Atualização Médica do RN acontecem no Praia Mar Arena, em Natal.
A programação científica do congresso de atualização médica será conduzida pela Associação Médica, enquanto a Unimed Natal terá uma programação própria de palestras, ampliando a abordagem do evento para além dos conteúdos estritamente científicos.
Entre os palestrantes já confirmados estão Omar Abujamra, presidente da Unimed Brasil; Helton Freitas, presidente da Seguros Unimed; José Hiran, presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM); Paulo Rebelo, ex-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS); Luiz Henrique Mandetta, médico e ex-ministro da Saúde; Diego Ribas, com atuação em liderança e alta performance; e Luis Henrique, comunicador e empresário.
Para o presidente da Unimed Natal, Dr. Márcio Rêgo, a realização do Congresso representa uma oportunidade de aproximar profissionais e ampliar o debate sobre os caminhos da saúde. “Este congresso nasce com a proposta de reunir diferentes perspectivas sobre a saúde, promovendo conhecimento, troca de experiências e discussões que fazem parte da realidade dos profissionais e das instituições. A parceria com a Associação Médica também permite integrar uma programação científica de qualidade a outros temas importantes para o setor”, afirma.
As inscrições já estão abertas. Cooperados da Unimed Natal e associados adimplentes da AMRN, incluindo médicos e estudantes de Medicina, têm inscrição gratuita no 1º lote, que possui vagas limitadas.
Os interessados podem realizar a inscrição pelo link https://medevento.com.br/congressounimedamrn/?utm_source=chatgpt.com
SERVIÇO
1º Congresso Unimed Natal & IX Congresso de Atualização Médica do RN
📅 22 a 24 de outubro
📍 Praia Mar Arena – Natal/RN
🎟️ Inscrições: https://medevento.com.br/congressounimedamrn/?utm_source=chatgpt.com
1º lote gratuito para cooperados Unimed Natal e associados adimplentes da AMRN (médicos e estudantes de Medicina).
- Artigo Inferior 1
Nova data unifica divulgação das sete categorias; cerimônia será realizada em dezembro
O Sistema OCB atualizou o cronograma do Prêmio SomosCoop Melhores do Ano 2026. A divulgação dos finalistas de todas as categorias será realizada no dia 9 de outubro, pelos canais oficiais do cooperativismo brasileiro.
A mudança tem como objetivo unificar os anúncios das categorias Comunicação Coop, Coop Cidadã, Cultura Cooperativista, Desenvolvimento Ambiental, Inovação, Intercooperação e Imprensa, proporcionando um momento único para apresentar e celebrar as iniciativas e os trabalhos que chegaram à etapa final da premiação.
Com a atualização, a divulgação dos finalistas da categoria Imprensa, anteriormente prevista em cronograma específico, passa a acompanhar as demais modalidades. Assim, todos os trabalhos e cases finalistas da edição de 2026 serão conhecidos simultaneamente.
Boas práticas
Realizado a cada dois anos pelo Sistema OCB, o Prêmio SomosCoop Melhores do Ano reconhece iniciativas que demonstram, na prática, a capacidade das cooperativas de gerar resultados para seus cooperados, comunidades e territórios. A premiação também contribui para disseminar boas práticas, incentivar a inovação e dar visibilidade a projetos que podem servir de referência para o movimento cooperativista.
A edição de 2026 registrou 839 cases inscritos nas seis categorias voltadas às cooperativas. Coop Cidadã recebeu o maior número de inscrições, com 210 projetos, seguida por Cultura Cooperativista, com 164; Comunicação Coop, com 132; Inovação, com 129; Desenvolvimento Ambiental, com 126; e Intercooperação, com 78.
Já a categoria Imprensa reconhece trabalhos que contribuem para ampliar a visibilidade e o conhecimento sobre o cooperativismo na sociedade. A modalidade recebeu 243 inscrições e contempla produções jornalísticas e conteúdos que ajudam a apresentar a relevância econômica e social do modelo de negócios cooperativista.
Próximas etapas
Com o novo cronograma, a relação completa de finalistas será anunciada em 9 de outubro de 2026. A partir daí, os selecionados seguem para a expectativa da cerimônia que revelará os vencedores da edição 2026. A cerimônia de premiação está marcada para 8 de dezembro, em Brasília (DF), quando serão reconhecidos os destaques de todas as categorias.
As atualizações sobre o Prêmio SomosCoop Melhores do Ano 2026 podem ser acompanhadas pelo portal oficial da premiação e pelas redes sociais do Sistema OCB. Em caso de dúvidas, a equipe de atendimento está disponível pelo e-mail
Confira as próximas datas:
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9 de outubro de 2026: divulgação dos finalistas de todas as categorias
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8 de dezembro de 2026: cerimônia de premiação, em Brasília (DF)
- Artigo Secundário 1
A 3ª Corrida Coopanest RN será realizada no domingo, 18 de outubro de 2026, com concentração às 5h e largada às 6h, em frente à sede do Sistema OCERN, na Avenida Passeio das Rosas, ao lado da Árvore de Mirassol, na zona Sul de Natal. A edição terá percurso inédito e provas de 5 km, 10 km e 15 km, além de uma ação social de arrecadação de tênis para jovens atletas do Rio Grande do Norte.
As inscrições estão abertas no site corridacoopanest.com.br, com valor de R$ 139,90 e opção de inscrição com valor diferenciado para quem doar dois quilos de alimentos ou um par de tênis para a ação social da corrida.
Pelo segundo ano consecutivo, o evento incentivará a doação de calçados esportivos para corredores em situação de vulnerabilidade, especialmente aqueles que vivem no interior do estado. A iniciativa, pioneira no Rio Grande do Norte, beneficiou mais de 150 corredores em 2025 e será ampliada nesta edição.
O projeto nasceu da identificação de uma dificuldade enfrentada por muitos jovens que estão começando no esporte: a falta de tênis adequados para treinar e competir. Equipamento essencial para os corredores, o calçado sofre desgaste com a rotina de treinos e provas, e sua substituição nem sempre cabe no orçamento dos atletas.
A ação conta novamente com a participação da atleta Magnólia Figueiredo como embaixadora. Para o presidente da Coopanest RN, o médico anestesiologista Sérgio Lima, o apoio representa um incentivo ao futuro do atletismo potiguar.
“Quando olhamos para esses jovens, estamos olhando para o futuro do esporte no nosso Estado. Muitos têm talento, disciplina e vontade de competir, mas enfrentam dificuldades que podem parecer pequenas para quem está de fora e que, para eles, são enormes”, afirmou.
Os tênis arrecadados serão destinados a instituições que apoiam jovens corredores em situação de vulnerabilidade no Rio Grande do Norte. As doações podem ser entregues na loja Sport Master, no Lagoa Mall, localizado na Rua São José, em Lagoa Nova, Natal. Parceira da iniciativa, a loja também sorteará pares de tênis entre os participantes que doarem um par ao projeto.
Além da inclusão da distância de 15 quilômetros, a edição de 2026 terá um novo percurso, ampliando as opções para os participantes. A proposta é reunir esporte, integração e solidariedade, levando para as ruas valores presentes na atuação da cooperativa.
“Mais do que uma corrida, esse será mais um momento de promover saúde, integração e reforçar o compromisso social da cooperativa com iniciativas que impactam positivamente a sociedade”, destacou Sérgio Lima.
Serviço
📅 18 de outubro de 2026
⏰ Concentração às 5h e largada às 6h
📍 Concentração e largada: Sede do Sistema OCERN – Natal/RN
💻 Inscrições: corridacoopanest.com.br 
- Artigo Inferior 2
Reconhecimento destaca sua trajetória de liderança e valorização dos profissionais de enfermagem no Rio Grande do Norte
O presidente da Cooperativa de Trabalho e de Serviços de Enfermagem do RN (Coopern Enfermagem), Marcelo Bessa, recebeu o Prêmio Protagonista da Enfermagem Potiguar 2026. A homenagem reconhece sua trajetória de dedicação à categoria e seu trabalho pelo fortalecimento de uma enfermagem mais valorizada, qualificada e humana no Rio Grande do Norte.
Além de presidir a cooperativa, Marcelo Bessa é suplente na representação do Ramo Saúde no Sistema OCERN. Sua atuação reúne a defesa do cooperativismo e a busca por novas oportunidades para os profissionais de enfermagem.
Ao longo dessa trajetória, Marcelo tem defendido que a valorização de quem cuida também contribui para a qualidade da assistência prestada aos pacientes. Investir nos profissionais, em sua qualificação e em melhores condições de atuação ajuda a construir serviços de saúde mais seguros e humanos.
Para o Sistema OCERN, a premiação é motivo de orgulho e evidencia a contribuição dos profissionais da enfermagem para a saúde potiguar. O reconhecimento a Marcelo Bessa também destaca o papel do cooperativismo na organização e na valorização da categoria.
- Nenhum
Programação reuniu motofretistas cooperados na sede da instituição, com serviços, produtos das cooperativas e atividades de confraternização

O Sistema OCERN realizou, nesta quinta-feira (24), um Pit Stop em comemoração ao Dia Estadual do Motofretista. A programação aconteceu na área externa da sede da instituição, em Capim Macio, Natal, e foi dedicada aos profissionais que atuam nas cooperativas potiguares. Uma motociata pelas ruas de Natal abriu a celebraçãocom a participação de motofretistas cooperados da Expresso Moto, Coopex, Natalcoop e Unimoto seguiram em direção à sede da instituição
Os motofretistas foram recebidos com um café da manhã. Ao longo do evento, a programação contou com distribuição de brindes, sorteio de capacetes, degustação de produtos, apresentação de serviços, limpeza de motos e música. A iniciativa criou um espaço de encontro e valorização dos profissionais que, diariamente, conectam pessoas, negócios e serviços em todo o estado.
Celebrado em 24 de setembro, o Dia Estadual do Motofretista foi instituído no Rio Grande do Norte pela Lei nº 11.634/2023. A data reconhece a contribuição da categoria para a mobilidade urbana e para a economia potiguar. Ao reunir as cooperativas para a motociata e o Pit Stop, o Sistema OCERN destacou a força da cooperação entre os profissionais do segmento e abriu as portas da Casa do Cooperativismo Potiguar para celebrar quem conecta pessoas, negócios e oportunidades todos os dias.
- Nenhum
Encontro apresentou resultados de comunicação e próximos passos para a rede
Nesta quarta-feira (23), a Rede Comunica Coop se reuniu para acompanhar mais um webinário promovido pelo Sistema OCB, com uma programação dedicada aos resultados das ações nacionais de comunicação e às iniciativas previstas para os próximos meses.
Na abertura do encontro, a superintendente do Sistema OCB, Fabíola Nader Motta, destacou a evolução das áreas de comunicação dentro do cooperativismo e reconheceu o trabalho realizado pelos profissionais que integram a rede. Para ela, a comunicação tem papel cada vez mais próximo da estratégia das cooperativas e contribui para o posicionamento e relacionamento com os cooperados; reputação e conexão com a sociedade.
A Rede ComunicaCoop nasceu a partir da Semana de Competitividade 2025, realizada em Brasília e dedicada pela primeira vez aos profissionais de comunicação e marketing do cooperativismo. O evento reuniu mais de 800 participantes e deu origem à trilha de aprendizagem Comunicação e Marketing no Cooperativismo, disponível na plataforma CapacitaCoop, e ao livro de mesmo nome.
Pouco mais de um ano depois, a rede já reúne profissionais dos 27 estados e se consolidou como um espaço de troca entre quem trabalha diariamente para comunicar o cooperativismo em diferentes territórios e realidades.
Comunicação orientada por dados
Durante a abertura, Fabíola ressaltou que as ações nacionais de comunicação do Sistema OCB são planejadas a partir de pesquisas, monitoramento e acompanhamento de indicadores. A proposta é entender como a sociedade percebe o cooperativismo e usar essas informações para definir estratégias e avaliar os resultados das campanhas.
“Quando a gente fala de comunicação, fala também de estratégia. Precisamos entender o que as pessoas pensam, como percebem o cooperativismo e quais são as melhores formas de estabelecer essa conexão. É a partir desses dados que conseguimos construir nossas ações e planejar os próximos passos”, afirmou.
Na sequência, a gerente de Comunicação e Marketing do Sistema OCB, Samara Araujo, apresentou a terceira edição da Pesquisa de Imagem do Cooperativismo. O estudo ouviu quase 6 mil pessoas em todo o país e reúne comparações com os levantamentos realizados em 2018 e 2023. Os resultados também já estão disponíveis para os profissionais de comunicação no site do Sistema OCB.
Entre os dados apresentados está o crescimento da lembrança espontânea de cooperativas, que passou de 29% em 2018 para 67% em 2026. A pesquisa também aponta que 81,6% dos entrevistados associam o cooperativismo a características como atual, moderno ou inovador. Os resultados serão utilizados como referência para o planejamento das próximas ações de comunicação do Sistema OCB, incluindo a campanha SomosCoop 2027.
Próximos passos
Além da pesquisa, o webinário apresentou uma série de iniciativas que farão parte da agenda de comunicação do cooperativismo. Entre elas estão as ações da Semana do Cooperativismo 2027, que antecederá o Coops Day, celebrado em 3 de julho, Dia Internacional do Cooperativismo.
A proposta é concentrar esforços em um mesmo período, ampliando a mobilização das cooperativas e dando unidade às ações realizadas nos diferentes estados. A programação também estará relacionada às iniciativas do Ano CulturaCoop, com soluções desenvolvidas pelo Sistema OCB para apoiar as cooperativas durante a semana. 
Para o Coops Day, a principal novidade é a Corrida da Cooperação. A proposta é reunir corridas realizadas em diferentes regiões do país no mesmo fim de semana, em torno do Dia Internacional do Cooperativismo, com uma identidade visual comum.
As cooperativas e organizações estaduais que já realizam corridas também poderão incorporar a identidade da ação. Os materiais, incluindo especificações para itens como camiseta e boné, estarão disponíveis na Central da Marca. Em outubro, será realizado um encontro com orientações para as organizações interessadas em estruturar a corrida.
Outra entrega apresentada foi a Coopivara, mascote do cooperativismo, que vem sendo utilizada em redes sociais e eventos do movimento. A partir de agora, as cooperativas poderão utilizar a personagem em suas próprias ações de comunicação, seguindo as orientações do guia de uso disponível na Central da Marca.
A programação trouxe ainda informações sobre a campanha SomosCoop 2027. O lançamento coordenado está marcado para 5 de abril, e os materiais da campanha estarão disponíveis na Central da Marca a partir de novembro.
Marcas que criam conexão
Finalizando a programação, a fundadora da Bits to Brands, Beatriz Guarezi, falou sobre a importância das comunidades para impulsionar negócios e sobre como construir marcas capazes de criar vínculos mais fortes com as pessoas.
A conversa passou pela relação entre marcas e comunidades e pelo papel da conexão emocional nas escolhas dos consumidores. Beatriz abordou como sentimentos, experiências e identificação podem influenciar a forma como as pessoas se relacionam com uma marca, indo além dos atributos funcionais de produtos e serviços.
O tema também dialogou com o cooperativismo, especialmente pela força das relações e das comunidades que formam o movimento.
- Artigo Inferior 3
Levantamento revela percepção de um modelo atual e influência da origem escolhas de consumo
O cooperativismo está cada vez mais presente no imaginário dos brasileiros. A terceira edição da Pesquisa de Imagem do Cooperativismo, realizada em 2026, mostra um avanço consistente no conhecimento sobre o modelo e revela que atributos como colaboração, prosperidade para a comunidade e distribuição de renda estão fortemente associados às cooperativas. O estudo também aponta que saber que um produto ou serviço tem origem cooperativa pode influenciar a escolha do consumidor.
Realizada entre 29 de julho e 19 de agosto, a pesquisa ouviu 5.955 pessoas de todas as regiões do país. O levantamento dá continuidade às edições de 2018 e 2023 e permite acompanhar a evolução da percepção e conhecimento da sociedade sobre o cooperativismo. Nesta edição, o estudo também aprofundou a análise dos atributos associados ao modelo e da influência da origem cooperativa sobre as decisões de compra. 
Um dos resultados de maior destaque está na lembrança espontânea das cooperativas. Em 2018, 29% dos entrevistados conseguiam citar, de memória, o nome de uma cooperativa. O percentual chegou a 55% em 2023 e alcançou pelo menos 67% em 2026, um aumento de mais de 200% em oito anos. Os dados evidenciam uma trajetória contínua de ampliação da presença das cooperativas no repertório da população.
Entre as marcas mais lembradas espontaneamente aparecem Sicredi, Sicoob, Unimed, Coamo, Aurora, Unicred e Cresol. Sicredi e Sicoob, juntas, representam 54% das menções reconhecidas, percentual que era de 16,2% em 2018 e 31,7% em 2023.
Conexão com a sociedade
A pesquisa também revela como os brasileiros enxergam o cooperativismo. Para 81,6% dos entrevistados, o conceito está relacionado a características contemporâneas: 44,3% o classificam como atual, 20,8% como moderno e 16,5% como inovador.
Ao comparar cooperativas, empresas privadas, associações e startups, o levantamento identifica territórios de imagem próprios de cada modelo. As cooperativas se destacam especialmente em atributos ligados à sua identidade e ao impacto gerado nas comunidades.
Entre os atributos em que o cooperativismo apresenta o maior percentual estão colaboração e união de membros (33%), capacidade de gerar prosperidade para a comunidade (21,2%), distribuição de renda (19,9%), preço justo (12%), sustentabilidade (10,8%) e responsabilidade ambiental (8,1%).
A percepção reforça o modelo está conectado à atuação coletiva e ao desenvolvimento dos territórios. Responsabilidade comunitária, geração de trabalho e renda e responsabilidade social também aparecem entre os atributos mais associados às cooperativas pelos entrevistados.
Para a superintendente do Sistema OCB, Fabíola Nader Motta, os resultados demonstram que características centrais do modelo são percebidas pela sociedade. “A colaboração, a geração de prosperidade para as comunidades e a distribuição de renda traduzem um modelo que combina atividade econômica, participação das pessoas e desenvolvimento local. Ao mesmo tempo, a pesquisa nos ajuda a identificar onde temos espaço para avançar na comunicação sobre a capacidade das cooperativas de inovar, competir e gerar valor”, afirma.
Oportunidades
Para reunir diferentes dimensões da familiaridade da população com o modelo, a pesquisa apresenta um Índice de Conhecimento Efetivo, que chegou a 51,4%. O indicador combina quatro medidas: o quanto a pessoa declara conhecer o cooperativismo, sua capacidade de diferenciar cooperativas de outros modelos, a identificação da definição correta e o reconhecimento de cooperativas reais.
O levantamento também mostra diferenças importantes entre os públicos. A renda é o fator que mais separa os níveis de conhecimento: o índice varia 14,7 pontos percentuais entre as classes A e E. A diferença entre a faixa etária mais velha e a mais jovem é de 9,8 pontos, enquanto entre regiões chega a 5,6 pontos.
A gerente de Comunicação e Marketing do Sistema OCB, Samara Araujo, considera que esses recortes oferecem subsídios para direcionar as estratégias de comunicação e ampliar o entendimento sobre o cooperativismo entre diferentes segmentos da sociedade. “A pesquisa nos permite enxergar com mais clareza onde estão as oportunidades de aproximação com cada público. Conhecer essas diferenças é fundamental para construirmos uma comunicação mais assertiva, capaz de traduzir o cooperativismo para diferentes realidades e ampliar a identificação das pessoas com o modelo”.
Decisão de compra
Outro resultado relevante está na relação entre cooperativismo e consumo. Ao serem perguntados se ter conhecimento de que um produto ou serviço tem origem em uma cooperativa alteraria sua intenção de compra, 26,5% responderam “sim” e 34,2% “talvez”. Juntos, os dois grupos representam 60,7% dos entrevistados. Entre aqueles que afirmaram que a origem cooperativa alteraria sua intenção, 97,8% disseram que comprariam daquela cooperativa. O efeito aparece com maior intensidade em alimentos, citado por 59,4%, e saúde, com 41,5%.
Ao mesmo tempo, qualidade e preço são os fatores mais considerados nas escolhas de consumo. Essas características foram mencionadas por 60,5% e 53% dos participantes, respectivamente. Entre os atributos relacionados à conduta das organizações aparecem transparência (20,8%), sustentabilidade (18,7%), responsabilidade social (16,4%), responsabilidade comunitária (14,1%), proteção ambiental (13,1%) e produção ética (12%).
“Esse dado traz uma mensagem importante: existe abertura do consumidor para valorizar a origem cooperativa, especialmente quando ela está acompanhada de qualidade e competitividade. Temos uma oportunidade de tornar mais visível o que existe por trás de cada produto e serviço de uma cooperativa: pessoas que participam do negócio, resultados que circulam nas comunidades e uma forma coletiva de gerar prosperidade”, destaca Fabíola.
Reconhecimento do SomosCoop
A pesquisa também mediu o reconhecimento da marca SomosCoop. Em 2026, 26,4% dos entrevistados afirmaram conhecer, já ter tido contato ou ouvido falar da marca, o equivalente a aproximadamente uma em cada quatro pessoas pesquisadas. O resultado ganha um recorte particular entre os mais jovens. Na faixa de 18 a 30 anos, 36,1% conhecem o SomosCoop, enquanto entre pessoas com mais de 51 anos o percentual é de 20,8%. O Sistema OCB, por sua vez, registra reconhecimento de 21,6% na pesquisa.
Na avaliação de Samara Araujo, os resultados também oferecem referências importantes para as próximas estratégias de posicionamento e comunicação do movimento. “A pesquisa mostra que estamos ampliando a presença do cooperativismo no repertório dos brasileiros e, ao mesmo tempo, nos permite entender melhor como cada público se relaciona com essa identidade. O alcance do SomosCoop entre os mais jovens é especialmente relevante porque demonstra uma conexão com uma geração estratégica para o futuro do movimento. Nosso trabalho agora é fortalecer essa identificação e traduzir, de forma cada vez mais simples e próxima, o valor que as cooperativas geram para as pessoas e para o país”, afirma.
Ainda segundo a gerente, os resultados da terceira edição ajudam a dimensionar os avanços obtidos desde 2018 e, ao mesmo tempo, indicam caminhos para ampliar a presença do cooperativismo na sociedade. A combinação entre crescimento da lembrança espontânea, percepção de contemporaneidade e potencial de influência nas escolhas de consumo reforça a importância de aproximar cada vez mais a identidade cooperativista do cotidiano dos brasileiros.
“A pesquisa oferece um retrato muito valioso sobre como o brasileiro enxerga o cooperativismo hoje. Avançamos em conhecimento e reconhecimento, e os dados também mostram onde podemos chegar. Nosso desafio é fazer com que cada vez mais pessoas compreendam o impacto econômico e social das cooperativas e reconheçam o cooperativismo como uma escolha atual, competitiva e capaz de transformar realidades”, conclui Samara.
- Nenhum
Evento será realizado no dia 24 de setembro, na sede da instituição, com café da manhã, distribuição de brindes, limpeza de motos, música e outras atividades destinadas aos profissionais
Em alusão ao Dia Estadual do Motofretista, o Sistema OCERN realizará, na próxima quinta-feira (24), uma programação especial dedicada à valorização dos motofretistas que integram as cooperativas potiguares.
A celebração acontecerá na parte externa da sede do Sistema OCERN, em Natal. Os participantes serão recebidos com um café da manhã especial a partir das 8h. Na sequência, das 9h às 13h, haverá distribuição de brindes, degustação de produtos, apresentação de serviços, limpeza de motos, música e atividades de integração.
A iniciativa busca proporcionar um momento de reconhecimento, acolhimento e confraternização entre os profissionais, além de evidenciar a importância do trabalho desenvolvido diariamente pelos motofretistas para a mobilidade urbana, a economia e a prestação de serviços à população.
Data reconhece importância da categoria
Celebrado em 24 de setembro, o Dia Estadual do Motofretista foi instituído no Rio Grande do Norte pela Lei Estadual nº 11.634/2023. A legislação reconhece oficialmente a relevância social e econômica de uma categoria presente no cotidiano da população e responsável pelo transporte ágil de mercadorias, documentos, alimentos e diversos outros produtos.
A programação promovida pelo Sistema OCERN também reforça o papel do cooperativismo na organização, representação e geração de oportunidades para os motofretistas. Por meio das cooperativas, esses profissionais podem atuar coletivamente, ampliar sua capacidade de negociação e buscar melhores condições para o desenvolvimento de suas atividades.
A expectativa é reunir motofretistas das cooperativas potiguares em uma manhã de serviços, entretenimento e valorização profissional na Casa do Cooperativismo Potiguar.
Serviço
Celebração do Dia Estadual do Motofretista
Data: 24 de setembro de 2026, quinta-feira
Café da manhã: a partir das 8h
Programação: das 9h às 13h
Local: parte externa da sede do Sistema OCERN
Endereço: Avenida Passeio das Rosas, 495, Capim Macio, Natal/RN
- Nenhum
A Sicredi RN inaugurou, nesta quarta-feira (16), sua primeira agência em João Câmara, ampliando a presença da instituição no interior do Rio Grande do Norte. Localizada na Rua Padre João Maria, 144, no centro da cidade, a unidade foi planejada para oferecer uma experiência mais moderna e acolhedora, com ambientes que proporcionam conforto e praticidade aos associados.
A chegada da nova agência marca um importante momento de expansão da cooperativa no estado e acompanha o crescimento de sua base de associados na região, fortalecendo a atuação da Sicredi RN junto a empresas e comunidades do município e de seu entorno.
Mais do que espaços para a realização de serviços financeiros, as agências do Sicredi são ambientes de relacionamento, orientação e proximidade. Com a inauguração em João Câmara, a Sicredi RN passou a contar com 12 agências em cidades-polo do Rio Grande do Norte, reforçando sua presença física e a proposta de oferecer aos associados um atendimento próximo e personalizado.
“João Câmara é uma região com grande potencial de crescimento, e a Sicredi RN chega para estar perto: oferecendo crédito e serviços, mas também construindo relações de longo prazo com pessoas, empreendedores e empresas. Quando uma cooperativa cresce junto com a comunidade, os resultados vão além do sistema financeiro e ajudam a fortalecer toda a economia local”, afirma o presidente da Sicredi RN, Damião Monteiro.

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Estudo do Sistema OCB ouviu 9,7 mil pessoas e identificou forças e desafios para o movimento
Como está a cultura cooperativista no Brasil? O Sistema OCB tem a resposta baseada em dados nacionais. A Pesquisa Nacional de Cultura Cooperativista ouviu 9.761 pessoas nas 27 unidades da Federação e identificou uma relação forte entre cooperados e cooperativas, mas também desafios em participação, conhecimento sobre o modelo e formação de novas lideranças.
O levantamento ouviu 2.983 cooperados, 5.998 empregados e 780 dirigentes, além de realizar entrevistas em profundidade com 46 pessoas de 37 cooperativas. O estudo chegou em um período de forte expansão do movimento: o número de cooperados passou de 15,5 milhões, em 2019, para 29 milhões, em 2025. Nos últimos sete anos, uma média de 6.160 pessoas entrou para uma cooperativa por dia.O ramo Crédito concentra parcela expressiva desse crescimento. No mesmo período, o número de cooperados passou de 10,7 milhões para 23 milhões, alta de 115%.
A relação dos cooperados com suas cooperativas aparece como um dos pontos mais positivos da pesquisa. Entre os 46 indicadores avaliados, 93% dos cooperados afirmam sentir o dever moral de honrar seus compromissos com a cooperativa. Outros 89% recomendariam a organização da qual fazem parte e também pretendem manter uma relação de longo prazo. Para 87%, a fidelidade à cooperativa permanece mesmo em momentos de crise.
“Os resultados mostram que existe uma base muito positiva: as pessoas têm confiança nas cooperativas e querem manter esse vínculo. Agora, precisamos entender como transformar essa relação em maior participação e conhecimento sobre o modelo”, explica Guilherme Costa, gerente do Núcleo de Inteligência e Inovação do Sistema OCB. Ainda segundo ele, dados como os do Ramo Crédito também deixam uma questão importante. “Precisamos trabalhar para que a expansão da base venha acompanhada de maior conhecimento e identificação com o cooperativismo”
Educação é prioridade
Entre os sete princípios do cooperativismo, a educação foi apontada como o mais importante pelos três públicos pesquisados. O princípio aparece para 58% dos cooperados, 71% dos empregados e 57% dos dirigentes.
O cruzamento entre importância e prática mostra que a adesão voluntária é o princípio mais presente no dia a dia das cooperativas, enquanto o controle democrático registra a maior diferença entre a importância atribuída e sua prática.
Participação precisa avançar
É justamente na participação que aparecem alguns dos principais pontos de atenção. A presença registrada em assembleias varia bastante entre os ramos e chega a apenas 6% no Crédito, segundo dados autodeclarados pelas cooperativas no AnuárioCoop 2026. No Trabalho, o índice é de 58%; no Transporte, 47%; no Consumo, 43%; no Agropecuário, 36%; e na Saúde, 28%.
Entre os cooperados que apontam dificuldades para participar mais, a falta de tempo é o principal motivo, com 36% das respostas. Também aparecem falta de informação (22%), desconhecimento sobre a possibilidade de participação (12%) e falta de conhecimento sobre o cooperativismo (10%). A falta de interesse é citada por 9%.
“Esse dado é importante porque mostra que a baixa participação não pode ser explicada simplesmente pela falta de interesse. Há uma parcela significativa que precisa de mais informação e conhecimento para entender como pode participar. É uma oportunidade para aproximar o cooperado da cooperativa”, afirma Guilherme.
Jovens são a próxima fronteira
A pesquisa também acende um alerta para a sucessão. A afirmação de que a cooperativa terá pessoas preparadas para substituir suas atuais lideranças está entre as de menor concordância entre os dirigentes. Os números mostram uma diferença geracional na pesquisa: pessoas de 18 a 34 anos representam 45% dos empregados, mas apenas 17% dos cooperados e 6% dos dirigentes. Entre os dirigentes, 62% têm 51 anos ou mais.
Os jovens também apresentam uma visão própria sobre o cooperativismo. Eles atribuem mais importância à educação e à cooperação do que as pessoas com 51 anos ou mais, enquanto dão menos peso à adesão voluntária e ao controle democrático.
Ponto de partida
A pesquisa cria a primeira referência nacional para acompanhar como a cultura cooperativista é percebida e praticada por cooperados, empregados e dirigentes. Os resultados ajudam a identificar onde o movimento já avançou e onde ainda existem lacunas. “O levantamento também orienta novas ações de educação, participação, formação de lideranças e fortalecimento da cultura cooperativista”, completa Guilherme.
Confira o Infográfico com os principais resultados da pesquisa:
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Fenacce reúne 12 cooperativas em Fortaleza, enquanto Jornada Exportadora conecta artesanato brasileiro a compradores europeus
Do Ceará a Paris, o artesanato cooperativo brasileiro ganha novas vitrines e amplia conexões comerciais no Brasil e no exterior. Em setembro, o Sistema OCB participa de duas frentes voltadas ao acesso a mercados: a 8ª Feira Nacional de Artesanato e Cultura (Fenacce), em Fortaleza, e a Jornada Exportadora do Artesanato – Paris 2026, realizada pela ApexBrasil, parceira estratégica do Sistema OCB na promoção internacional das cooperativas do segmento.
As iniciativas fazem parte da estratégia dos programas NegóciosCoop Mercados Nacional e Internacional, do Sistema OCB, que atuam para ampliar o acesso das cooperativas a mercados, gerar oportunidades comerciais e aproximá-las de compradores, lojistas, parceiros e novos canais de venda, no Brasil e no exterior. O movimento também evidencia a capacidade do cooperativismo de transformar conhecimentos tradicionais, identidade cultural e produção coletiva em produtos com valor agregado, geração de renda e oportunidades para as comunidades.
“A participação em feiras e rodadas de negócios permite que as cooperativas ampliem sua presença comercial, conheçam novos compradores e estejam mais preparadas para acessar diferentes mercados. Nosso objetivo é criar condições para que elas transformem essas conexões em oportunidades concretas e sustentáveis de negócios”, afirma Pâmella Jerônimo de Lima, coordenadora de Negócios do Sistema OCB.
Fenacce reúne 12 cooperativas de nove estados
Realizada de 4 a 13 de setembro, no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza, a Fenacce conta com um estande exclusivo de 84 m² do Sistema OCB. O espaço reúne 12 cooperativas de artesanato de nove estados: Arteza (PB), Bordana (GO), Coopercrutac (RN), Cobarts (RN), Coomajt (PB), Dedo de Gente (MG), Turiarte (PA), Mulheres de Barro (PA), Cooperartban (AL), Coopervej (CE), Luz e Arte (MA) e Copamart (AM).
No estande, o público encontra diferentes expressões do artesanato cooperativo brasileiro, com bordados, cerâmicas, cestarias, esculturas em ferro e barro, itens de decoração, peças artesanais e alimentos. A diversidade representa técnicas, culturas e tradições das regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste.
Além da exposição e comercialização dos produtos, as cooperativas participam de visitas técnicas orientadas à Central de Artesanato do Ceará (CeArt) e ao Centro das Rendeiras da Prainha de Aquiraz. As atividades foram estruturadas para estimular a observação de práticas, soluções e formas de organização que possam ser adaptadas posteriormente à realidade de cada cooperativa.
A metodologia segue o percurso de observar, perguntar, aprender e identificar o que pode ser incorporado aos negócios. A proposta é fazer com que a participação na feira vá além da comercialização imediata e contribua também para aprimorar gestão, posicionamento e estratégias de mercado.
A Fenacce se consolidou como uma importante plataforma para o setor. Em 2025, foram 390 estandes, mais de 2,5 mil artesãos e aproximadamente 41 mil visitantes. A edição registrou ainda expectativas superiores a R$ 24 milhões em negócios para os meses seguintes.
De Fortaleza para o mercado internacional
Enquanto cooperativas apresentam seus produtos ao mercado brasileiro no Ceará, outra frente da estratégia ocorre na França. Com apoio do Sistema OCB, Comart (RN), Copamart e Turiarte participam da Jornada Exportadora do Artesanato – Paris 2026. Copamart e Turiarte também participam como expositoras da Maison & Objet.
A programação começou, na segunda-feira (7), com um seminário dedicado ao mercado francês. Os debates abordaram regras e canais de comercialização, tendências de consumo, posicionamento e estratégias para alcançar consumidores franceses de alto padrão.
Na terça-feira (8), a delegação participou de visitas técnicas a espaços comerciais e de design, entre eles Galeries Lafayette, Galerie Brazil Modernist, Le Bon Marché e Sinara Boutique. Já na quarta-feira (9), as cooperativas tiveram um dia dedicado às rodadas de negócios com potenciais compradores.
Nesta quinta-feira (10), a agenda chegou à Maison & Objet, uma das principais vitrines internacionais dos segmentos de decoração, design e lifestyle. A programação prevê visita à feira, encontro da delegação no Pavilhão da ApexBrasil, cerimônia oficial de abertura do Pavilhão Brasileiro e visita guiada.
Para Jessica Alencar Dias, analista de Negócios Internacionais do Sistema OCB, a iniciativa tem um impacto que ultrapassa a própria comercialização dos produtos. “Para o artesanato brasileiro, acessar o mercado internacional é especialmente estratégico porque amplia as possibilidades de geração de renda e, ao mesmo tempo, valoriza produtos que carregam identidade, cultura, design e a história dos territórios onde são produzidos”, descreve.
Ainda segundo ela, os resultados estão diretamente relacionados ao propósito do cooperativismo. “Quando uma cooperativa conquista um novo mercado, o resultado não fica concentrado em uma única pessoa. Ele chega aos cooperados, às suas famílias e movimenta economicamente as comunidades locais”, acrescenta.
Outro ponto destacado pela analista é o impacto da abertura de mercados para as mulheres, que têm forte presença nas cooperativas de artesanato. “Ampliar as oportunidades comerciais dessas cooperativas significa também contribuir para a autonomia econômica de muitas mulheres, para a geração de renda e para o desenvolvimento dos territórios onde elas vivem. Por isso, apoiar a internacionalização dessas cooperativas é, para o Sistema OCB, uma forma muito concreta de promover negócios e desenvolvimento local ao mesmo tempo”, conclui.
Negócio fechado
Os primeiros resultados da Jornada já começaram a aparecer. Para a Comart, cooperativa do Rio Grande do Norte especializada em bordados artesanais, a rodada resultou em um negócio fechado com uma compradora da Grécia e abriu perspectivas de negociações com Portugal e Bélgica. “As reuniões foram bem proveitosas. Estou muito feliz com o resultado, com um negócio fechado com a compradora da Grécia e mais dois possíveis em andamento cm Portugal e Bélgica”, relatou a presidente Jailma Araújo.
Segundo ela, os compradores demonstraram interesse tanto nas peças, quanto na forma como são produzidas. “Eles mostraram interesse e curiosidade no processo de desenvolvimento dos nossos produtos, na variedade de pontos e nas texturas únicas”.
A Comart trabalha com bordados produzidos inteiramente à mão, reunindo técnicas tradicionais e máquinas de costura acionadas a pedal. A produção inclui peças para cama, mesa e banho, decoração e moda. Os bordados produzidos na região contam ainda com Indicação Geográfica (IG) concedida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), reconhecimento relacionado à origem e às características do trabalho artesanal local.
Novos produtos
A Copamart, de Manaus (AM), também saiu das reuniões com perspectivas de continuidade das negociações. Compradores solicitaram imagens de outros produtos da cooperativa para avaliar aquisições e, em alguns casos, sinalizaram o envio de desenhos e referências para o desenvolvimento de peças exclusivas. “A Rodada de Negócios foi muito boa para nós. Tivemos a oportunidade de apresentar nossos produtos, entender melhor o que os compradores europeus procuram e receber retornos muito importantes sobre o potencial do nosso trabalho”, afirmou a presidente da cooperativa, Terezinha Lira.
Para ela, os contatos feitos em Paris demonstram que há espaço para o artesanato da cooperativa na Europa, embora as conversas ainda estejam em estágio inicial. “Como ainda estamos no começo das negociações, é cedo para falar em valores fechados, mas saímos da rodada com ótimos contatos e portas abertas para continuar essas conversas depois”, completou.
Fundada em 2011 e sediada em Manaus, a Copamart reúne 14 artesãs e produz biojoias, acessórios de moda e itens de decoração utilizando fibras naturais, sementes, madeira, têxteis e materiais reciclados.
Identidade amazônica
Também presente na Jornada, a Turiarte levou à Europa peças produzidas por mulheres de comunidades da região do Rio Arapiuns, no Pará. “O feedback foi muito positivo. Os compradores destacaram principalmente a identidade do nosso artesanato, o colorido das peças e o fato de trabalharmos com princípios de comércio justo. Isso mostrou para nós que existe, sim, potencial para os produtos da Turiarte no mercado europeu”, contou Natália Dias, presidente da cooperativa.
Um dos sinais positivos surgiu depois da própria rodada. Uma lojista indicou os produtos e compartilhou o contato da cooperativa com outros comerciantes que não haviam participado das reuniões. Para Natália, a experiência também permitiu identificar os ajustes necessários para avançar no comércio exterior. “Além das reuniões de negócios, estamos tendo a oportunidade de conhecer melhor o mercado internacional, trocar experiências e entender o que precisamos aprimorar para estar cada vez mais preparados para exportar nossos produtos, inclusive em questões práticas, como embalagem, logística e envio das peças”, explicou.
Fundada em 2015 às margens do Rio Arapiuns, no Pará, a Turiarte nasceu da união de sete comunidades e da força de 70 mulheres. Atualmente, reúne mais de 130 mulheres, que encontram no trabalho artesanal com a palha de tucumã uma fonte de renda, autonomia econômica e preservação da cultura local.
Fonte: Sistema OCB
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O Sistema OCERN tem a honra de anunciar os quatro vencedores do ReconheceCoop 2026, programa criado para incentivar e valorizar cooperados e colaboradores de cooperativas que investem continuamente na qualificação profissional por meio da plataforma de ensino a distância CapacitaCoop.
Na categoria destinada aos cooperados, foram contempladas Rita de Cássia Bento da Silva, da Coopedu, e Fernanda Rose Rocha Dantas, da Multicoop. Entre os colaboradores, os vencedores foram Luiza Nepomuceno de Oliveira, da Coopanest/RN, e Everaldo Alves de Souza, do Sicredi/RN.
A seleção considerou o desempenho dos participantes na plataforma CapacitaCoop. Foram premiados aqueles que concluíram o maior número de cursos entre 1º de janeiro e 31 de agosto de 2026, conforme os critérios estabelecidos no regulamento do programa.
Como premiação, os quatro vencedores participarão do WCM 2026 – World Coop Management, considerado um dos maiores congressos de liderança e estratégia do cooperativismo da América Latina. O evento será realizado nos dias 19 e 20 de outubro, em Belo Horizonte, Minas Gerais.
A experiência permitirá que os participantes acompanhem debates, tendências e práticas relacionadas à gestão, à liderança e ao desenvolvimento das cooperativas.
Incentivo à capacitação contínua
O ReconheceCoop foi lançado com o objetivo de estimular a busca permanente pelo conhecimento e reconhecer as pessoas que utilizam a educação como ferramenta de desenvolvimento profissional e fortalecimento do cooperativismo potiguar.
A iniciativa também reforça o papel da CapacitaCoop como uma importante plataforma de qualificação para cooperados, dirigentes e colaboradores. Por meio dela, os participantes têm acesso gratuito a cursos voltados a diferentes áreas da gestão e da atuação cooperativista.
Ao reconhecer os participantes com melhor desempenho, o Sistema OCERN reafirma seu compromisso com o desenvolvimento técnico, gerencial e estratégico das cooperativas do Rio Grande do Norte, valorizando quem aprende, evolui e contribui diariamente para tornar o cooperativismo cada vez mais forte.
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Oferta sistêmica reúne soluções nacionais e estaduais para apoiar o desenvolvimento das cooperativas
Nem toda cooperativa enfrenta os mesmos desafios. Enquanto uma pode estar em busca de novas oportunidades de mercado, outra precisa avançar em gestão, qualificar suas lideranças, investir em inovação ou estruturar ações de sustentabilidade. Para responder a essa diversidade e, ao mesmo tempo, dar mais escala à atuação do Sistema OCB, foi estruturado o Portfólio Sistêmico de Soluções, desenvolvido em conjunto com as Organizações Estaduais.
O portfólio organiza a oferta do Sistema OCB a partir das necessidades identificadas no dia a dia das cooperativas. A construção está alinhada às diretrizes do 15º Congresso Brasileiro do Cooperativismo (CBC) e busca facilitar a conexão entre os desafios encontrados e as soluções capazes de apoiar cada etapa da jornada de desenvolvimento.
O material funciona como um mapa das possibilidades oferecidas pelo sistema. “Os diagnósticos indicam pontos de melhoria e oportunidades de atuação. Depois dessas constatações, o próximo passo é o desenvolvimento do plano de ação para a cooperativa baseado no portfólio sistêmico e também no estadual, para operacionalizar o que for necessário ao seu desenvolvimento. O portfólio ajuda justamente a enxergar esse conjunto e a compor o plano considerando tudo que é ofertado”, explica Débora Ingrisano, gerente de Desenvolvimento de Cooperativas do Sistema OCB.
Nove eixos para diferentes necessidades
A versão atual do Portfólio de Soluções está organizada em nove eixos: Dados e Inteligência, Capacitação, Cultura, Gestão, ESG, Negócios, Inovação, Representação e Comunicação.
A divisão permite visualizar, de forma integrada, diferentes dimensões do desenvolvimento de uma cooperativa. A oferta contempla tanto as necessidades que estão “porta para dentro” da cooperativa — como informações e diagnósticos, capacitações, gestão, negócios, sustentabilidade e inovação — quanto as possibilidades do ambiente externo, na perspectiva de “porta para fora”. Nesse campo, estão as frentes de representação institucional e governamental, além da comunicação e divulgação do cooperativismo para a sociedade.
Dentro desses grandes grupos, a cooperativa pode encontrar soluções individuais ou programas, que combinam diferentes iniciativas em formato de jornada. Isso permite uma atuação mais conectada às necessidades identificadas.
Uma cooperativa que pretende ampliar sua atuação no mercado, por exemplo, pode precisar trabalhar simultaneamente aspectos de gestão, capacitação, inovação e cultura. Da mesma forma, uma iniciativa voltada à sustentabilidade pode envolver diagnóstico, soluções de ESG e ações de gestão.
Escala nacional, conhecimento local
A atuação conjunta do Sistema OCB e das Organizações Estaduais é um dos diferenciais do portfólio. A organização nacional da oferta permite ganho de escala em razão do compartilhamento de recursos, conhecimentos, experiências e soluções, evitando esforços duplicados e ampliando a capacidade de atendimento às cooperativas.
Essa atuação sistêmica também contribui para alinhar discursos e fortalecer a representação do cooperativismo. Com uma visão comum sobre prioridades e soluções, as entidades que integram o sistema podem levar posicionamentos mais coordenados à sociedade, aos governos e a outros organismos nacionais e internacionais.
Outro ganho está na comparabilidade e consolidação de dados. A adoção de sistemas e referências comuns facilita a obtenção e o uso das informações, permitindo que as cooperativas sejam avaliadas com base em parâmetros semelhantes e que o sistema tenha uma visão mais consistente sobre as necessidades do cooperativismo.
O resultado é uma base mais estruturada para a tomada de decisão, a defesa de interesses e o desenvolvimento de projetos voltados às necessidades reais das cooperativas e de seus cooperados.
Mas a escala nacional não significa uma oferta padronizada para todos. As Organizações Estaduais tem papel estratégico na definição das prioridades e na construção das jornadas, porque conhecem de perto as características, os desafios e as oportunidades de cada território.
“O papel da OCE é fundamental porque ela conhece de perto as cooperativas do seu estado. É esse olhar que permite transformar um conjunto amplo de possibilidades em um plano de ação ou jornada, acompanhando a evolução da cooperativa. Esse atendimento consultivo está no nosso mantra: o que? Para quem?”, destaca Débora.
Essa combinação entre uma oferta sistêmica e a leitura das realidades locais fortalece também o ecossistema cooperativista. O sistema se relaciona com parceiros, instituições de apoio ao desenvolvimento, universidades, fornecedores, organismos internacionais, governos, reguladores e outros atores que fazem parte do ambiente em que as cooperativas estão inseridas. O portfólio também muda a lógica de utilização das soluções. Em vez de escolher uma iniciativa de forma isolada, a proposta é compreender primeiro onde a cooperativa está, aonde quer chegar e quais obstáculos precisa superar.
Por isso, dados e diagnósticos tem papel importante no início da jornada. A partir deles, entram capacitações, soluções especializadas e programas capazes de responder aos desafios encontrados. A combinação pode variar de acordo com o momento e os objetivos de cada cooperativa.
Essa visão permite que a oferta acompanhe a evolução da organização. Uma necessidade identificada em um diagnóstico pode levar a uma capacitação e, posteriormente, à adoção de uma solução específica de gestão, inovação ou ESG, por exemplo.
Um portfólio em movimento
O Portfólio de Soluções não é um catálogo definitivo. Ele está em permanente construção e atualização, acompanhando as transformações do cooperativismo e o surgimento de novas demandas.
As necessidades das cooperativas mudam, novos desafios aparecem e outras soluções passam a fazer parte da atuação do Sistema OCB e das Organizações Estaduais. Manter a oferta organizada e atualizada, portanto, também é parte do processo de desenvolvimento.
Para Débora, essa característica é essencial. “O cooperativismo está em movimento e as nossas soluções também precisam estar. O portfólio é uma fotografia do que temos hoje, mas, ao mesmo tempo, é uma ferramenta para pensarmos no que as cooperativas vão precisar amanhã”, conclui.
A lógica é combinar escala e integração, sem perder de vista as particularidades de cada território. Assim, o portfólio transforma uma oferta ampla de soluções em caminhos mais coordenados para apoiar o desenvolvimento das cooperativas.
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Agendas com o vice-presidente da República e ministro trataram de ajustes na regulamentação do IBS e da CBS
O Sistema OCB levou ao governo federal, nesta quarta-feira (02), as principais sugestões do cooperativismo com a regulamentação da Reforma Tributária do Consumo. Em agenda com o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, e outra com o ministro da Fazenda, Dário Durigan, a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, apresentou pontos considerados importantes para garantir que as novas regras preservem o tratamento tributário específico das cooperativas. 
As agendas contaram com a participação do deputado federal Arnaldo Jardim (SP), presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), e foram articuladas pelo deputado federal Sergio Souza (PR).
As reuniões ocorreram no contexto da regulamentação do IBS e da CBS, após a publicação do Decreto 12.955/2026 e da Resolução CGIBS 6/2026. O Sistema OCB defende ajustes no texto para assegurar que as regras previstas na Lei Complementar 214/2025 sejam mantidas e aplicadas de forma adequada ao modelo cooperativista.
Entre as preocupações apresentadas estão questões relacionadas às cooperativas de crédito e seus associados, regras de acesso das cooperativas ao regime específico de cooperativas, à dinâmica de transferência de créditos entre cooperados e cooperativas, à manutenção de créditos em operações com alíquota zero e ao tratamento tributário das cooperativas de saúde. Também foram discutidas regras para aplicações financeiras realizadas pelas cooperativas de crédito com recursos dos associados.
Para Tania, a regulamentação precisa considerar as características próprias do cooperativismo e evitar que exigências administrativas ou interpretações restritivas criem custos adicionais para as cooperativas e seus cooperados. “O cooperativismo tem um tratamento específico reconhecido pela legislação e nosso papel é garantir que esse princípio seja preservado na regulamentação, conforme aprovado na Lei Complementar. Estamos dialogando com o governo para construir soluções que deem segurança jurídica às cooperativas sem criar custos ou obrigações que não estejam previstos na legislação”, afirmou. 
Cooperativas de crédito
Um dos principais pontos apresentados pelo Sistema OCB envolve o acesso pleno das cooperativas de crédito ao regime específico de cooperativas previsto na Reforma Tributária. A preocupação é que a regulamentação limite esse tratamento nas operações realizadas com associados que não são contribuintes regulares do IBS e da CBS, perfil que representa grande parte dos cooperados.
Segundo a entidade, uma interpretação restritiva pode aumentar o custo de tarifas, comissões e outros serviços oferecidos aos associados, além de afetar a atuação das cooperativas em municípios onde a presença do sistema financeiro tradicional é menor.
O Sistema OCB também propõe maior clareza sobre o tratamento das aplicações financeiras feitas com recursos próprios das cooperativas, dos associados e de recursos públicos vinculados às atividades de crédito.
“A Reforma Tributária é uma mudança estrutural para o país e, por isso, é fundamental que sua regulamentação seja construída com diálogo e atenção às particularidades dos diferentes setores. O cooperativismo quer contribuir para esse processo, com propostas objetivas e alinhadas ao que foi aprovado pelo Congresso”, destacou Tania.
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Evento reforça o compromisso da instituição financeira cooperativa com saúde, bem-estar e integração comunitária
A Meia Maratona do Sol Sicredi, maior corrida de rua do Norte-Nordeste e um dos principais eventos esportivos do Brasil, será realizada nos dias 19 e 20 de setembro, em Natal, com largada e chegada na Arena das Dunas. A edição de 2026 será a primeira após a Meia do Sol ser declarada Patrimônio Cultural Imaterial do Rio Grande do Norte, por meio da Lei Estadual nº 12.599/2025.
Com expectativa de reunir mais de 20 mil atletas, o evento tem patrocínio da Sicredi RN. As inscrições, encerradas ontem, 31 de agosto, garantiram aos associados do Sistema Sicredi de todo o Brasil 15% de desconto.
Para o presidente da Sicredi RN, Damião Monteiro, o apoio à Meia do Sol está alinhado ao papel que a instituição busca exercer nas comunidades onde está presente. “O cooperativismo vai além da atividade financeira e também se traduz em iniciativas que promovem qualidade de vida, integração e desenvolvimento. Ao apoiar a Meia do Sol, incentivamos a prática esportiva e o bem-estar, ao mesmo tempo em que contribuímos para fortalecer um evento que já conquistou um lugar especial na identidade de Natal e do Rio Grande do Norte”, afirma.
A programação inclui provas de 21 km, 10 km e 5 km, além da Meia do Sol Sicredi Kids, no dia 20 de setembro, voltada às crianças e às famílias. A prova de 21 km é oficial, e conta com o selo Road Race Label, que classifica as melhores corridas de rua do mundo com base em rigorosos padrões de qualidade, uma certificação internacional emitida pela World Athletics e válida para o ranking mundial de competições. Ao todo, serão distribuídos mais de R$ 115 mil em premiações. O evento também mantém os desafios especiais, que permitem aos participantes disputar as provas de 5 km ou 10 km no sábado e a meia maratona no domingo.
Além das provas, a programação inclui a Expo Meia do Sol Sicredi, com feira esportiva e entrega de kits aos atletas inscritos. A programação começa em 17 de setembro e segue por quatro dias. Após receber mais de 60 mil visitantes na edição passada, a Expo deve superar 80 mil visitantes neste ano, ampliando a programação esportiva e a experiência dos participantes e do público na capital potiguar.
CONFIRA OS PERCURSOS
PERCURSO 21K
Domingo, 20 de setembro de 2026 | Meia Maratona – 21,097 km
21 km – Categoria Elite Masculino e Feminino: largada única, das 4h50 às 4h54
21 km – Categoria PCD: largada única, das 4h55 às 4h59
21 km – Categoria Geral: Onda 1, das 5h às 5h05; Onda 2, das 5h10 às 5h15; Onda 3, das 5h20 às 5h25
PERCURSO 10K
Sábado, 19 de setembro de 2026 | 10 km
10 km – Categoria PCD: largada única, das 17h às 17h04
10 km – Categoria Geral: Onda 1, das 17h05 às 17h10; Onda 2, das 17h15 às 17h20; Onda 3, das 17h25 às 17h35
PERCURSO 5K
Sábado, 19 de setembro de 2026 | 5 km
5 km – Categoria PCD: largada única, das 15h30 às 15h34
5 km – Categoria Geral: Onda 1, das 15h35 às 15h40; Onda 2, das 15h45 às 15h50; Onda 3, das 15h55 às 16h05
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Diálogo, participação e compromisso com o futuro do Rio Grande do Norte
O Sistema OCERN realizou, nesta segunda-feira (31), o Encontro das cooperativas Potiguares com os candidatos mais bem posicionados nas pesquisas ao Governo do Rio Grande do Norte, no Hotel Barreira Roxa, em Natal.
Em um ambiente democrático, apartidário e propositivo, representantes das Cooperativas potiguares acompanharam as propostas apresentadas pelos candidatos Robério Paulino, Cadu Xavier, Allyson Bezerra (representando pelo vice Hermano Morais) e Álvaro Dias (representado pelo vice Babá Pereira).
O encontro também possibilitou a apresentação das principais demandas e prioridades do cooperativismo, fortalecendo o diálogo sobre a contribuição das Cooperativas para o desenvolvimento econômico e social do estado.
Ao promover essa aproximação, o Sistema OCERN reafirma seu compromisso com a representação institucional do setor e com a construção de políticas públicas que reconheçam o cooperativismo como uma força estratégica para o futuro do Rio Grande do Norte.
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Uma pesquisa desenvolvida com a participação de representantes do Sistema OCERN foi aprovada para apresentação no XIV Encontro de Pesquisadores Latino-Americanos em Cooperativismo (EILAC). O evento será realizado nos dias 3 e 4 de novembro de 2026, na Escola de Sociologia da Universidade Central do Chile, em Santiago.
Intitulado “ESG e sustentabilidade no Cooperativismo: práticas, geração de valor e transformação social em uma revisão sistemática da literatura”, o trabalho será apresentado presencialmente pela professora e pesquisadora Eliane Saturnino Césa, que participará do encontro com o apoio do Sistema OCERN.
Entre os coautores estão o superintendente do Sistema OCERN, Bruno Portela Alves, e a analista de desenvolvimento de cooperativas do Sescoop/RN, Ravenna Maria de Melo Souza. A pesquisa também é assinada por Luciana Gondim de Almeida Guimarães, Cristine Hermann Nodari, Laís Karla da Silva Barreto, Carpeggiani Gomes Monteiro de Andrade e Ermínia Medeiros Macêdo Dantas.
O artigo integra o eixo temático “Território, Sustentabilidade e Transformação Social em Tempos de Policrise” e analisa como as práticas ambientais, sociais e de governança — conhecidas pela sigla ESG — vêm sendo incorporadas às organizações, com atenção especial às características e contribuições do modelo cooperativista.
Pesquisa analisou 68 estudos científicos
Para a realização do trabalho, os pesquisadores conduziram uma revisão sistemática da literatura científica publicada entre 2004 e 2026. As buscas foram realizadas nas bases Scopus, Web of Science e ScienceDirect, além de uma pesquisa complementar no Google Acadêmico direcionada a estudos sobre Cooperativismo.
Dos 804 registros inicialmente identificados, 68 artigos foram selecionados para compor a análise final. A pesquisa mapeou 31 categorias de práticas ESG: dez relacionadas à dimensão ambiental, nove à dimensão social, dez à governança e duas consideradas transversais.
A governança foi a dimensão com maior presença nos estudos analisados, aparecendo em 94,1% do conjunto pesquisado. Em seguida estão as questões ambientais, presentes em 88,2% dos trabalhos, e as sociais, identificadas em 80,9%.
Entre as práticas ambientais, ganharam destaque temas como mudanças climáticas, controle de emissões e descarbonização. Na dimensão social, os estudos abordaram principalmente o relacionamento com públicos de interesse, diversidade, educação, participação e desenvolvimento comunitário. Já na área de governança, sobressaíram transparência, conformidade, gestão de riscos e integração do ESG à estratégia das organizações.
Especificidades do Cooperativismo
O estudo aponta que princípios e práticas próprios do cooperativismo, como participação democrática, interesse pela comunidade, inclusão financeira e desenvolvimento local, possuem forte relação com a agenda ESG.
Os resultados indicam que a incorporação do ESG às estruturas de governança e às relações com cooperados e comunidades pode fortalecer os modelos de negócio cooperativos. Essa integração amplia a capacidade das cooperativas em contribuir para a transição ecológica, a inclusão, o desenvolvimento territorial e a geração de valor econômico, social, ambiental e institucional.
A participação no XIV EILAC também aproxima a produção acadêmica da atuação institucional desenvolvida pelo Sistema OCERN, favorecendo a circulação de conhecimentos e o intercâmbio de experiências com pesquisadores e representantes do movimento cooperativista de outros países.
Sobre o EILAC
Com o tema “Cooperativas em tempos de policrise”, o XIV Encontro de Pesquisadores Latino-Americanos em Cooperativismo reunirá pesquisadores, gestores, cooperativistas e representantes de organizações sociais e políticas.
Realizado a cada dois anos em diferentes países da América Latina, o EILAC é reconhecido como um dos principais espaços científicos multidisciplinares dedicados ao Cooperativismo. O encontro promove o compartilhamento de pesquisas, experiências e metodologias voltadas ao fortalecimento da Economia Social e Solidária na região.
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Produção do Ano CulturaCoop reúne memórias de lideranças que ajudaram a construir o movimento no país
A história do cooperativismo brasileiro é feita principalmente de pessoas. Lideranças que dedicaram décadas ao movimento, ajudaram a estruturar cooperativas, participaram da criação de entidades e contribuíram para que a cooperação chegasse a diferentes regiões e setores do país. Para preservar essas trajetórias e aproximá-las das novas gerações, o Sistema OCB lançou, nesta terça-feira (11), durante a Semana de Competitividade 2026, o documentário Pioneiros do Cooperativismo Brasileiro.
A produção integra o Ano CulturaCoop, iniciativa que trabalha a cultura cooperativista a partir de três perspectivas: passado, presente e futuro. Dentro desse eixo, o projeto de memória audiovisual registra relatos e experiências de pessoas que ajudaram a construir o cooperativismo brasileiro ao longo das últimas décadas.
Pioneiros do cooperativismo homenageadosPioneiros do cooperativismo homenageados
O documentário reúne momentos marcantes das entrevistas realizadas com os pioneiros, além de registros em ambientes ligados às suas trajetórias. A proposta é transformar essas histórias em um patrimônio de memória para o movimento e também em conteúdo que possa ser utilizado nas soluções do CulturaCoop, especialmente na frente dedicada ao legado.
“Pioneiros do Cooperativismo Brasileiro registra diferentes capítulos de uma trajetória coletiva. São histórias de liderança, organização e participação que ajudam a contar como o cooperativismo ganhou espaço no Brasil e chegou à dimensão que tem hoje”, destaca o presidente do Conselho de Administração do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.
Homenageados
Imagem do documentário
Entre os homenageados estão quatro lideranças reconhecidas por sua contribuição ao cooperativismo em âmbito nacional e estadual: Roberto Rodrigues, pioneiro do cooperativismo nacional; Ronaldo Scucato, em Minas Gerais; Malaquias Oliveira, em Pernambuco; e Américo Utumi, em São Paulo. A trajetória de Utumi ganha um significado especial no documentário, que também se constitui como um registro em sua memória e preserva sua contribuição para a história do cooperativismo brasileiro.
O documentário também registra a trajetória de pioneiros que se destacaram em diferentes ramos do movimento: Jânio Stefanello (Infraestrutura), Nilson Luiz May (Saúde), Dorival Bartzike (Transporte), Hercílio Schmitt (Consumo), Margaret Garcia (Trabalho), Moacir Krambeck (Crédito), e José Aroldo Gallassini (Agropecuário).
As histórias mostram como o cooperativismo se desenvolveu em diferentes frentes. Roberto Rodrigues, por exemplo, teve atuação como líder do movimento, professor e ex-ministro da Agricultura, com forte presença nos debates sobre produção agrícola, agronegócio e políticas públicas. Já Américo Utumi teve participação importante na organização da representação cooperativista paulista e nacional e na articulação que antecedeu a promulgação da Lei Nacional do Cooperativismo, em 1971.
No âmbito dos ramos, as trajetórias também revelam diferentes formas de contribuição. Jânio Stefanello está ligado à expansão da energia elétrica e da conectividade no meio rural. Nilson Luiz May construiu sua carreira no cooperativismo médico. Moacir Krambeck dedicou mais de seis décadas ao ramo Crédito e à defesa da intercooperação. Já Gallassini está à frente de uma das principais referências do cooperativismo agroindustrial brasileiro.
Memória que olha para o futuro
O projeto parte de uma ideia simples: conhecer quem veio antes ajuda a entender o que o cooperativismo é hoje e a pensar os caminhos que ainda serão construídos. Por isso, o registro das memórias não se limita a uma homenagem. Ele também funciona como ferramenta de educação e formação para as próximas gerações.
Ao preservar relatos, documentos e experiências, o Ano CulturaCoop busca manter vivas referências que podem inspirar dirigentes, cooperados, profissionais e educadores. A iniciativa também apresenta, na prática, uma das propostas da solução LegadoCoop: cuidar da memória como parte da continuidade do movimento.
O lançamento durante a Semana de Competitividade dá ainda mais significado à homenagem. O maior evento anual do Sistema OCB reúne representantes do cooperativismo de todo o país e cria o ambiente para que essas histórias sejam compartilhadas com quem vive o presente e participa da construção do futuro do movimento.